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A franquia Alien e o presente que o futuro nos reserva

Você se lembra que pisamos na lua?

Muita gente ainda tem dúvidas, os acadêmicos tem certeza. Mas, talvez tão importante quanto esta proeza, ou talvez até mais importante para as pessoas comuns, está o universo de ideias, sonhos e possibilidades que a conquista do espaço poderia nos trazer.

Teorias, histórias, estudos, piadas, e tanto material imaginativo que isso nos remete que estamos viajando nesses pensamentos até hoje.

Em alguns momentos devido às nossas próprias mazelas esquecemos de pensar no espaço e focamos no “espaço vazio”, no fundo de nossas panelas. Mas a última fronteira sempre volta ao nosso imaginário coletivo. Pensar nisso nos deixa excitados: novos mundos, novas pessoas e criaturas, além do que o futuro dessa inimaginável interação nos traria:

Será que em outro planeta ou civilização, as pessoas são doidas como nós?

São séries e insensíveis como animais ou muito mais esclarecidos com o valor da vida?

De tudo isso também nasceram histórias terríveis, mostrando os piores cenários que se pode imaginar onde o mundo acaba em catástrofes climáticas, fome, doenças ou pragas, pela invasão extraterrestre e até virarmos escravos, comida ou… hospedeiros.
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A franquia Alien

Sermos tão insignificantes como um ninho para ovos é a horripilante ideia inserida pela franquia de filmes conhecida como Alien. Uma das mais bem sucedidas e longas da nossa cultura pop. Dan O’Bannon escreveu o roteiro do primeiro filme baseado em uma história criada por ele e Ronald Shusett, tirando inspiração de trabalhos anteriores de ficção científica e terror.

Mas o que faz Alien ser um filme ainda comentado e curtido até hoje (40 anos depois) é o fato de que nele, as pessoas são “reais”. Elas trabalham duro ficam cansadas no fim do dia, falam sobre sindicatos trabalhistas, sobre comida ruim e tudo aquilo que é chato e difícil para pessoas comuns.

É muito difícil falar superficialmente de Alien, pois bem ou mal ele foi produzido em uma época muito fértil e envolveu dezenas de pessoas grandiosas. Pessoas de talento singular e dedicação ferrenha que acima de tudo trabalharam em conjunto, se ajudando e se completando para nos dar o vislumbre de uma viagem transcendental.
Uma viagem tão bela quanto aterradora que certamente te faria rezar para todos os deuses, pedindo que nunca se tornasse “realidade”; Ao mesmo tempo, te trará admiração e inveja daqueles vários heróis que desbravaram mundos, enfrentaram os monstros do espaço e da tela, além dos monstros da indústria cinematográfica.

Então temos hoje, todos esses elementos combinados em um filme que podemos ver ao preço de um hambúrguer. Acima de tudo uma obra de arte sobre o que a humanidade pode ser, tudo que ela pode descobrir, criar e… temer.

Ciclo Fronteiras Finais

Na contagem regressiva para os 50 anos do pouso na Lua, o CineSesc, o Projeto Replicante e a Editora Aleph, apresentam dez filmes inesquecíveis sobre a conquista do espaço, sempre em cópias restauradas. Primando pela qualidade, renovação e multiplicidade em várias mídias como cinema, literatura e redes sociais.

A magia acontece unindo apreciadores, fãs e novos espectadores, juntos para um momento de convivência onde dividem pipoca e tem a oportunidade de conhecer uns aos outros. Essa atmosfera que mistura nostalgia e inovação faz do Ciclo Fronteiras Finais algo memorável.
Uma garota, fã incondicional de Harry Potter me conta que apesar de ter 30 anos de idade, nunca assistiu Alien, mas estava lá esperando a mãe que queria rever o filme junto com ela, rever esta nova versão em 4K. E sim, a mãe dela sabia o que significa 4k de resolução.

Os ingressos estavam esgotados para as duas sessões e seguindo a onda, a Cinemark também distribuiu a nova cópia para muitas de suas salas.
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O presente que o futuro nos reserva?

Atualmente muitas produções são milionárias mas extremamente pobres em questão de roteiro, direção e criatividade. Mostras como a do Ciclo Fronteira Finas nos renovam a esperança de que exemplos geniais continuam vivos, disponíveis para todo mundo que quiser ver.

Muitas pessoas que hoje começam a fazer seus próprios filmes, podem provar dessa magia e se inspirar para um futuro melhor, mais emocionante e talvez, tão fantasiosamente horripilante.

Sente-se na sua poltrona e curta. O universo criativo ainda está são (não muito), mas salvo!

 

Nos vemos em daqui 50 anos de hibernação 😉

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