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Onde mora a essência da nostalgia?

Com esta pergunta abrangente, fica difícil imaginar o quanto nós, pessoas, mortais repletos de defeitos, somos influenciados pelo poder que a nostalgia tem.

Pois, desde pequenos, nos acostumamos às mais diversas produções culturais, momentos em família, situações que ficam na memória e que, anos mais tarde, aparecem para dar um “Olá” ou para nos pegar pelas entranhas e nos emocionar.

Ferris Bueller (Matthew Broderick) em Curtindo a Vida Adoidado de 1986

Ferris Bueller (Matthew Broderick) em Curtindo a Vida Adoidado de 1986

No cinema, temos o enlaçamento de filmes que nos pegam de jeito, década após década, celebrando o modo como os anos dourados de determinado assunto faziam sucesso. Os anos 50, 60 e 70 já tiveram suas respectivas vezes, geralmente trinta anos após a década em questão. Agora, então, estamos no final das celebrações nostálgicas dos anos 80 e prestes a partir para os 90.

Mas por quê isso tem tanto efeito em nossos corações?

Não há resposta exata, o que significa que partir para a lógica deixaria somente Spock orgulhoso. Não, aqui o negócio é mais romântico e emocional; aqui nós vamos nos permitir viajar no tempo e observar o quanto a nostalgia nos pega de jeito. Como ainda vamos entrar nos anos 90 – aliás, há filmes lançados recentemente que já estão celebrando esta década – e como os dourados e dançantes 70 já passaram, o ápice dos oitentistas de plantão está no ar.

A moda das polainas e do dançar para trás

Os filmes dos anos 80 marcaram época porque estavam transgredindo toda a caretice que os anos 70 não conseguiram acabar. Assim, enquanto havia produções marcantes como O Poderoso Chefão (1972/1974) e Um Dia de Cão (1975), quebrando paradigmas e até mesmo inaugurando um novo olhar para o cinema, a década de 80 chegou para lançar a música lá no alto, com o rock ganhando tonalidades eletrônicas e as melodias, por sua vez, enaltecendo a tristeza de um término ou o quanto o par é quente na cama.

Por isso, filmes como Dirty Dancing (1987), Flashdance (1983) e Footloose (1984) carregam até hoje a notoriedade de deixarem os corpos de seus respectivos protagonistas viajarem em passos frenéticos e teclados idem. E estes são apenas três modelos de filmes que celebraram, naquela época, a mudança que a música também sofria.

Por outro lado, a adolescência era discutida como nunca havia sido. E tudo graças ao talento de John Hughes e sua patota: Chris Columbus, Robert Zemeckis e por aí vai. Responsável por histórias como Curtindo a Vida Adoidado (1986), Clube dos Cinco (1985), e Garota Rosa Chocking (1986), este cineasta estendeu as mãos a quem queria se aventurar e marcar época, o que foi exatamente o que ele fez. Comédias adolescentes, aventuras infantis, monstros e um pouquinho de Stephen King (Conta Comigo – 1986) se tornaram ingredientes perfeitos para uma mistura que marcou algumas gerações, dentre elas a de quem aprendeu a amar e a brincar com o cinema daquela época.

Havia drama?

Sim: A Cor Púrpura (1985).

E aventura?

Com certeza! Indiana Jones e a Última Cruzada (1989) está aí para provar.

E filme de guerra?

Não tenha dúvida: O Império do Sol (1987).

Sabe o que há em comum em todos eles?

Uma única pessoa, talvez o maior estimulador daquela década, que se tornou uma lenda viva e que, há pouco tempo, lançou uma obra completamente oitentista: Steven Spielberg e o seu Jogador Número 1.

Videogames eram usados em filmes como se fossem grandes trambolhos tecnológicos, assim como televisões, geladeiras e barcas… Ou melhor, carros. E tudo isso em filmes norte-americanos, responsáveis por criar a cultura nerd, que se estendeu por todo o mundo e que, no Brasil, ganhou fãs e adeptos em espalhar o conteúdo nerd também: você já escutou o JovemNerd? É um podcast excelente!

Jogador Nº 1 (2018)

Que diferença aquela década fez?

Depois de uma viagem a obras que marcaram época, se você ainda quer saber que diferença aquela década fez para a cultura pop terá sua resposta em uma olhada na Netflix. Filmes de hoje com cara dos anos 80. Black Mirror, então, nem se fala!

Isso porque a celebração às cores e batidas dos anos 80 chegou com tudo no cinema, levando a geração que cresceu naquela época a uma deliciosa viagem no tempo. E aqui está o prazer disso tudo: a nostalgia e a sua essência, que parece não ter muita lógica, mas sim um cerne seguro e firme agarrado ao coração de cada um de nós.

Portanto, a diferença é clara: música de 2020 com cara de 1986. Filme de 2019 com fotografia de 1982 (Rambo – Até o Fim é um deles).

E essa celebração que parece estampar todos os cantos de nossas vidas pode irritar no começo, mas acredite: se você não nasceu na década de 80, sua irritação é fundamentada até chegar a sua vez de olhar para trás e sentir a nostalgia no peito, a lágrima nos olhos e o quentinho do coração tomar conta de sua experiência com um filme, que te lembrará um dia de brincadeira, uma tarde com sua avó ou um passeio com seu pai.

E o poder da nostalgia, caro leitor, é mais forte do que parece!

Talvez seja um caso perdido, caso esteja tentando se desvencilhar. Se bater muito o pé contra a onda nostálgica, é capaz de emular, sem querer, um passo de Michael Jackson ou Ferris Buller. O jeito mesmo é curtir.

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