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Não restam dúvidas que após 20 anos de seu lançamento, milhares de pessoas ainda desejam em seu imaginário secreto que aquela ilha de fato existisse. Há aqueles que acreditam piamente que é possível ressuscitar tais criaturas a partir da clonagem e inserção de DNA de rãs, mas isso fica para outra história.

Em 1993, o mundo se chocou com tamanha beleza de predadores que há muito habitaram a superfície terrestre. Jurassic Park, conhecido em português como O Parque dos Dinossauros, tem arrastado uma legião de fãs do diretor Steven Spielberg que nos anos de 1990 eram crianças e hoje em dia levam seus filhos para conhecerem esse clássico do cinema, e para assistirem a obra pela primeira vez em 3D.

O livro homônimo, O Parque dos Dinossauros (1990), escrito por Michael Crichton, foi a fonte inspiradora para a produção do filme em que tais seres do período cretáceo retornam à vida pelas mãos do velhinho rico e sonhador John Hammond (Richard Attenborough), criador desse parque temático um tanto quanto excêntrico, que ao invés de dinos de brinquedo, interrompe a lei da natureza da evolução e dá vida a verdadeiros dinossauros.

Como todo parque, o Parque dos Dinossauros precisa de um “aval” de abertura, por isso o renomado paleontólogo e entusiasta dos Velociraptors, Alan Grant (Sean Neal), e a bela paleobotânica Ellie Sattler (Laura Dern), são convocados para analisar se o parque está em devidas condições de ser aberto, por conta de suas inusitadas atrações.

Não é preciso descrever a cara de choque e sonho, quando ambos avistam o tamanho e altura que o pescoço do Sauropodomorpha atinge ao mastigar as folhas na copa das árvores. E muito menos o verdadeiro terror que se instaura na ilha quando a lei da natureza soa mais forte e aquelas criaturas estão soltas pelo parque.

O filme, que na época arrecadou em torno de US$ 970 milhões na versão original e levou três indicações do Oscar por melhor efeito especial, melhor som e melhor edição de som, retorna em curta temporada aos cinemas com a tecnologia 3D, apresentando uma nova dimensão aos dinossauros criados por Steven Spielberg.

Spielberg inovou em todos os aspectos cinematográficos. Após o sucesso de E.T. – O Extraterrestre (1982), o filme dos dinossauros não passa a imagem negativa de predadores terríveis que dominaram a Terra e sim de seres criados pela natureza que habitavam o devido espaço. Para a criação, foi contratado um paleontólogo para que os dinos não se passassem por feras indomáveis e sim por criaturas reais que um dia foram. A tecnologia, bem antes da intensa computação gráfica e fundos verdes, gerou máquinas-dinossauros para melhor atuação do enredo.

Quando os dinossauros habitavam a Terra, a lei era definida pelo mais forte e mais ágil predador, por isso corra para ver a célebre cena do impressionante e potente T-Rex perseguindo o carro, mas desta vez saltando cinema a dentro pela tecnologia 3D.

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