Negahamburguer e os paradigmas da sociedade

Paradigmas são em sua maioria, chatos. Afinal, eles rotulam situações, pessoas e lugares, impondo limites e impedindo que o nosso pensamento e o modo como lidamos com aquilo seja algo espontâneo, vindo de nós mesmos.

É possível viver longe deles, e estar insatisfeito com a forma padrão que o mundo vive hoje é o primeiro (e grande) passo.

Navegando por aí, no universo infinito da internet, tropecei no trabalho da artista Evelyn Queiroz, paulista de 24 anos que trata em sua arte o feminismo, a aceitação do corpo, o sexo e o cotidiano. Um de seus projetos, chamado Beleza Real, traz histórias reais de mulheres que sofreram preconceito e foram rejeitadas por causa de seu peso, cor ou opção sexual.

São trabalhos que vão da aquarela ao folheto, informando, protestando, quebrando barreiras e os tais paradigmas. Pensando bem, não seria estranho achar a saída disso tudo na arte.

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22 anos, publicitária que nasceu com a vontade de abraçar (e fotografar) os quatro cantos do mundo, uma flâneur assumida. Ama criar, dançar, ouvir música e procura sempre fazer com que os momentos agradáveis sejam frequentes em sua rotina.

1 Comentário para "Negahamburguer e os paradigmas da sociedade"

  1. A arte move nosso universo,através de imagens , sons e versos.O tempo,percorremos em todos os momentos,despertos e acordados,juntos ou separados.Nos reencontramos,reconstruindo ou desmontando.Fora da caixa,do eixo e á margem.Somos sons e imagens.

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