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	<title>SOUL ART &#187; Cinema</title>
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	<description>Quando alguém partilha conosco uma informação valiosa e nos beneficiamos com ela, temos obrigação moral de a partilhar com outros</description>
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		<title>Vive la fête &#8211; Noir désir</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 02:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Noir désir]]></category>
		<category><![CDATA[Vive la fête]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma brincadeira com a música Noir Désir do duo francês Vive la fête.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6sIF8VUlnUw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/6sIF8VUlnUw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Uma brincadeira com a música <em>Noir Désir</em> do duo francês <strong>Vive la fête</strong>.</p>
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		<title>Waking life (2001) &#8211; Richard Linklater</title>
		<link>http://soulart.org/cinema/waking-life-2001-richard-linklater/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 20:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Linklater]]></category>
		<category><![CDATA[Waking Life]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Um amigo me disse, certa vez, que o maior erro que podemos cometer&#8230; é acharmos que estamos vivos&#8230; quando, na verdade, estamos dormindo na sala de espera da vida. O segredo é combinarmos as habilidades racionais da vida desperta&#8230; com as possibilidades infinitas de nossos sonhos. Se soubermos fazê-lo, poderemos fazer qualquer coisa. Já teve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Waking life" src="http://img101.imageshack.us/img101/6567/wakinglife.jpg" alt="" width="411" height="290" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Um amigo me disse, certa vez, que<br />
o maior erro que podemos cometer&#8230;<br />
é acharmos que estamos vivos&#8230;<br />
quando, na verdade, estamos dormindo<br />
na sala de espera da vida.<br />
O segredo é combinarmos as habilidades<br />
racionais da vida desperta&#8230;<br />
com as possibilidades infinitas<br />
de nossos sonhos.<br />
Se soubermos fazê-lo,<br />
poderemos fazer qualquer coisa.<br />
Já teve um emprego que odiava<br />
e ao qual se dedicava muito?<br />
Depois de trabalhar o dia todo, você<br />
chega em casa, deita e fecha os olhos.<br />
Aí você acorda e percebe que o dia<br />
de trabalho havia sido um sonho.<br />
Já é ruim o bastante que vendamos<br />
nossa vida desperta por um&#8230;<br />
salário mínimo, mas, agora, eles<br />
ficam com seus sonhos de graça.&#8221;</em></p>
<p>Como acordar de um sonho? Imagine viver dentro de uma vida feita de encontros entre pessoas reais em um ambiente imaginário, com a possibilidade de conversar intensamente sobre diversos estados da consciência, a existência humana, o papel da religião e o poder do pensamento movendo nossas ações; em um discurso pesado, baseado em várias teorias de grandes pensadores da história.</p>
<p>Waking Life, de Richard Linklater, além do texto intenso, é uma animação feita com a técnica de rotoscópio, ou seja, a partir das filmagens originais, cada minuto da edição final requereu dos animadores cerca de 250 horas de trabalho.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="427" height="338" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uk2DeTet98o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="427" height="338" src="http://www.youtube.com/v/uk2DeTet98o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Baixe, compre, alugue ou empreste. Recomendadíssimo.</p>
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		<title>Sigur Rós &#8211; [2007] &#8211; Heima</title>
		<link>http://soulart.org/musica/sigur-ros-2007-heima/</link>
		<comments>http://soulart.org/musica/sigur-ros-2007-heima/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 19:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Sigur Rós é uma banda islandesa de post-rock, com elementos melódicos, clássicos e minimalistas, conhecida pelo seu som etéreo, puro, delicado, elevado e pelo falsete do vocalista, Jónsi. Em islandês Sigur Rós significa &#8220;rosa da vitória&#8221;, e pronuncia-se &#8220;si ur rous&#8221;, ou ['sɪɣʏr rous] no Alfabeto Fonético Internacional. Heima significa &#8220;em casa&#8221;. No verão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-135" title="Sigur Ros - Heima" src="http://soulart.org/wp-content/uploads/2009/09/Sigur-Ros-Heima.jpg" alt="Sigur Ros - Heima" width="254" height="352" /></p>
<p>Sigur Rós é uma banda islandesa de post-rock, com elementos melódicos, clássicos e minimalistas, conhecida pelo seu som etéreo, puro, delicado, elevado e pelo falsete do vocalista, Jónsi. Em islandês Sigur Rós significa &#8220;rosa da vitória&#8221;, e pronuncia-se &#8220;si ur rous&#8221;, ou ['sɪɣʏr rous] no Alfabeto Fonético Internacional.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-136 aligncenter" title="sigurros_4161" src="http://soulart.org/wp-content/uploads/2009/09/sigurros_4161-271x300.jpg" alt="sigurros_4161" width="255" height="282" /></p>
<p>Heima significa &#8220;em casa&#8221;. No verão de 2006, Sigur Rós volta para o seu lar após uma turnê mundial. E para a surpresa de seu fiel público, a banda anuncia uma série de concertos gratuítos: &#8220;Sigur Rós, Islandstur 2006&#8243;, passando por dezesseis cidades ao todo.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-137" title="sigur-ros-waterfall-by-john-best" src="http://soulart.org/wp-content/uploads/2009/09/sigur-ros-waterfall-by-john-best-300x199.jpg" alt="sigur-ros-waterfall-by-john-best" width="300" height="199" /></p>
<p>Filme com 97 minutos, absolutamente fantástico, pois não se trata de captar apenas uma atuação da banda e colocá-la em DVD, mais do que isso, &#8220;Heima&#8221; exibe imagens gravadas por todas as dezesseis cidades, o cotidiano em vilarejos, a vida comum de pessoas comuns, e a história da banda comentada em intervenções pelos próprios integrantes.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-139" title="heima1" src="http://soulart.org/wp-content/uploads/2009/09/heima1-300x199.jpg" alt="heima1" width="300" height="199" /></p>
<p>Belíssimo registro que nos deixa a possibilidade de compreender um pouco sobre a cultura Islandêsa e toda a beleza artística do Sigur Rós, jóia da mais rara.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-141" title="iceland-oxnadalur04" src="http://soulart.org/wp-content/uploads/2009/09/iceland-oxnadalur04-300x200.jpg" alt="iceland-oxnadalur04" width="300" height="200" /></p>
<p><strong>Download:</strong> <a href="http://isohunt.com/download/91199813/Sigur+Ros+Heima.torrent">Sigur Rós &#8211; Heima.avi (Torrent)</a></p>
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		<title>&#8220;O Homem que virou suco&#8221; (1981)</title>
		<link>http://soulart.org/cinema/o-homem-que-virou-suco-1981/</link>
		<comments>http://soulart.org/cinema/o-homem-que-virou-suco-1981/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 04:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[O homem que virou suco]]></category>

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		<description><![CDATA[Deraldo (José Dumont), poeta popular do Nordeste, chega a São Paulo, sem lenço nem documento, sobrevivendo apenas de suas poesias e folhetos. Tudo vai muito bem até ele ser confundido com um operário de multinacional, que matou o patrão em uma festa onde recebeu o título de operário símbolo. Deraldo é perseguido pela polícia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-81" title="homem-que-virou-suco-poster01" src="http://soulart.org/wp-content/uploads/2009/08/homem-que-virou-suco-poster01.jpg" alt="homem-que-virou-suco-poster01" width="335" height="500" />Deraldo (José Dumont), poeta popular do Nordeste, chega a São Paulo, sem lenço nem documento, sobrevivendo apenas de suas poesias e folhetos. Tudo vai muito bem até ele ser confundido com um operário de multinacional, que matou o patrão em uma festa onde recebeu o título de operário símbolo. Deraldo é perseguido pela polícia e perde sua condição de cidadão.</p>
<div id="attachment_82" class="wp-caption aligncenter" style="width: 325px"><img class="size-full wp-image-82  " style="border: 1px solid black; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" title="homem-que-virou-suco02" src="http://soulart.org/wp-content/uploads/2009/08/homem-que-virou-suco02.jpg" alt="homem-que-virou-suco02" width="315" height="210" /><p class="wp-caption-text">(Deraldo José da Silva)</p></div>
<p style="text-align: center;"><em>Eu sou poeta mesmo rapaz.<br />
Sou poeta, violeiro e repentista.<br />
E quem despreza essas canções,<br />
desconhece a grandeza de Camões;<br />
e não sabe dá valor a um artista,<br />
ignora que a vitória é uma conquista<br />
e na vida só terá decepção.<br />
Quem trata o povo com desdém,<br />
se atrasou nesse mundo e não entende:<br />
que é na força, na mente, e na união,<br />
a semente é a força que o povo tem.</em></p>
<p>Filmado em São Paulo, &#8220;O homem que virou suco&#8221; retrata cenas do cotidiano de nordestinos que viviam nas favelas da grande metrópole paulista, que a cada dia, se adaptava a um futuro moderno e promissor. A narrativa se passa em 1979, ano em que foi entregue ao público o trecho que liga a Praça da Sé ao Brás (Linha vermelha &#8211; Leste/Oeste), grandes projetos que só foram possíveis graças a força de trabalho de Josés, Severinos, assim como o poeta Deraldo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QUk-MfcMZds&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/QUk-MfcMZds&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong>Ficha técnica</strong><br />
Título Original: O Homem que Virou Suco<br />
Gênero: Drama<br />
Classificação etária: 16 anos<br />
Tempo de Duração: 95 minutos<br />
Ano de Lançamento: 1981<br />
Estúdio/Distribuidora: Raiz Filmes<br />
Direção: João Batista de Andrade</em></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong>Elenco</strong><br />
Aldo Bueno<br />
Rafael de Carvalho<br />
Ruthinéa de Moraes<br />
Denoy de Oliveira<br />
Dominguinhos<br />
José Dumont<br />
Ruth Escobar<br />
Vital Farias<br />
Barros Freire<br />
Célia Maracajá<br />
Renato Master<br />
Luís Alberto Pereira<br />
Pedro Sertanejo</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://filmesbrasileirosdownload.blogspot.com/">Filmes Brasileiros</a></p>
<p><strong>Download:</strong> <a href="http://torrents.thepiratebay.org/5058325/O_Homem_Que_Virou_Suco_%281981%29_Joao_Batista_de_Andrade.5058325.TPB.torrent">TORRENT</a></p>
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		<title>“O Encouraçado Potemkin” (1925)</title>
		<link>http://soulart.org/cinema/%e2%80%9co-encouracado-potemkin%e2%80%9d-sergei-eisenstein-1925/</link>
		<comments>http://soulart.org/cinema/%e2%80%9co-encouracado-potemkin%e2%80%9d-sergei-eisenstein-1925/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 04:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Sergei Eisenstein]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando o gancho da aula de história do cinema do 4° semestre de Produção Editorial, vou dar início a seção &#8220;Cinema&#8221; deste blog. Na verdade, esta seção deveria chamar-se &#8220;Clássicos do cinema&#8221;; ou até quem sabe: &#8220;História da Rússia e toda sua contribuição para o cinema mundial&#8221;, mas como o soulart.org é bem amplo, vamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64" class="wp-caption alignleft" style="width: 194px"><img class="size-full wp-image-64 " style="border: 1px solid black; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" title="Eisenstein" src="http://soulart.org/wp-content/uploads/2009/08/Eisenstein-3.jpg" alt="Sergei Eisenstein" width="184" height="259" /><p class="wp-caption-text">Sergei Eisenstein</p></div>
<p>Aproveitando o gancho da aula de história do cinema do 4° semestre de Produção Editorial, vou dar início a seção &#8220;Cinema&#8221; deste blog. Na verdade, esta seção deveria chamar-se &#8220;Clássicos do cinema&#8221;; ou até quem sabe: &#8220;História da Rússia e toda sua contribuição para o cinema mundial&#8221;,  mas como o soulart.org é bem amplo, vamos começar com pequenas doses de grande efeito cultural:</p>
<p>Filmado em apenas dois meses, &#8220;O encouraçado Potemkin&#8221; (Bronenosets Potyomkin) de Sergei Eisenstein, foi montado em 1925 com um extraordinário apuro técnico, cenas cujo rítmo supera, com folga, qualquer clip pós-moderno da geração MTV.</p>
<p>Sob encomenda para comemorar os 20 anos da Revolução Russa; parte de um fato histórico de 1905 &#8211; rebelião de marinheiros de navio de guerra &#8211; para criar uma obra universal que fala contra a injustiça e sobre o poder coletivo que há nas revoluções populares.</p>
<p>É dividido em cinco partes que se ocupam em provocar uma situação de espaço-tempo onde todos os pormenores apresentam um significado a ser apreendido pelo espectador. De forma a transcrever ideias complexas e ideologias profundas, Eisenstein chegou ao uso de técnicas de montagem inspiradas nos ideogramas orientais. Se determinado ideograma significa &#8220;telhado&#8221; e outro, &#8220;esposa&#8221;, a união dos dois é lida como lar. Desta forma, é o choque entre duas imagens aparentemente díspares que cria o impacto, o sentido a que se quer chegar.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/L-10eCXzqdQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/L-10eCXzqdQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A clássica cena na escadaria de Odessa é a quarta parte do filme. As cenas iniciais banhadas em luz e alegria são substituídas pelas imagens chocantes de repressão violenta pela guarda do Czar. A própria escada já traz, em si, um símbolo da cruel hierárquica social e política, da diferença entre as classes. A cena da mãe assassinada, cujo carrinho de bebê desce degraus abaixo, é sempre citada como uma das mais famosas da história do cinema.</p>
<p>Eisenstein foi precursor no uso de efeitos especiais, usou contrastes e relações de corte e montagem que ainda hoje servem como base para a realização de filmes experimentais. Comprem, aluguem, emprestem, baixem&#8230; façam como preferir, mas não deixem de assistir!</p>
]]></content:encoded>
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