Colaboradores

Gabriel Alexandre

Gabriel Alexandre

Idealizador da SOUL ART, designer, fotógrafo, filmmaker independente, baixista do Cachorro Com Esperança, vegetariano. Costuma praticar a arte de enxergar poesias escondidas nos pequenos detalhes da vida com um pouco de adrenalina. Pira em música instrumental, cinema non-sense, cóques bagunçados e tem certeza que sua vida faz parte de um filme metalinguístico.
Robson Alkmim

Robson Alkmim

Fala muito, quando está sozinho. Não sabe contar uma piada, a única que sabia foi esquecida. Tem boa memória, apesar da piada. Já foi várias vezes a Paris, pelo Google Maps. Pensa que se não ler alguma coisa antes de dormir acordará mais burro. Metido a roteirista, vai que dá certo. Pretende escrever uns livros em vez de somente criar a capa deles. Designer desistente. É velho, mas não parece. Sujeito racionalmente não-linear, só faz sentido no final. Adora compartilhar seus livros, músicas e filmes, desde que não peguem emprestado, então visite seus sites.
Vitor Ranieri

Vitor Ranieri

Por destino ou por não ser nenhum craque no futebol, começou a escrever desde cedo. Deitado em um dos gramados do Museu do Ipiranga, conheceu A Tábua de Esmeraldas e o violão de Jorge Ben, encontro que o motivou a imaginar um futuro onde ouviria discos e escreveria sobre eles. Antes de ingressar na faculdade de Jornalismo, foi obrigado a trocar as salas de Ciências Sociais pelas fileiras do Exército Brasileiro. Gosta de sofrer com o Palmeiras, filmes coreanos e os chiados de sua vitrola Polyvox.
Débora Nazari

Débora Nazari

Adamantinense da terrinha do velho oeste paulistano. Formada em Ciências Sociais, mas nas horas vagas pensa dançar como o Michael Jackson e brinca de escrever como a Clarice. Adora viajar no mundo literário, fazer auto-maquiagem e conhecer cafeterias novas. É escritora de um futuro romance, já publicou uma tese sobre Vampiros e atualmente se dedica ao jornalismo literário. É antropóloga, contadora de histórias, sapateadora, dobradora de origami e colecionadora de cartões de restaurantes. Sempre disponível para ver um bom filme daqueles que dá uma cócega cerebral ou testar uma receita nova para cozinhar.
Vinícius Feder

Vinícius Feder

Antropólogo batuqueiro formado em Ciências Sociais. Atualmente trabalha agenciando músicos e bandas no Brasil e no exterior. Em momentos de surtos criativos compõe músicas em forma de bricolagens e gambiarras sonoras, como uma peça dadaísta tocada numa privada intitulada No Banheiro. Se enxerga arquetipicamente como um andarilho ou um peregrino rodeado por bons amigos que levam arte e alegria por onde passam.
Damaris Angelo

Damaris Angelo

Damaris. Mais um pensamento utópico espalhado no mundo. É daquele tipo escancarado coração em poesia. Ativista do amor, encontra na arte e meditação a salvação de mundos através da alma. Damaris tenta ilustrações, palavras e cores para expressar “a angústia", como Fernando Pessoa. Damaris, assim como você, pode ter nascido como resposta à "dor de perceber", de Elis Regina e mudar enfim o cenário. Amante da psicologia, publicitária e louca, através da criatividade e espírito de união, veio somar coisas ao mundo. Mas só as que vêm do coração.
Carol Betella

Carol Betella

Publicitária, branquela do cabelo duro, sardenta, observadora, Foonática, leonina que não acredita no zodíaco, corinthiana que não entende de futebol, amante da sexta arte, mas obsessiva pela primeira, roqueiraemepebânica, e apesar da pouca idade, é especialista em ser curiosa, comer chocolate, bacon e tomar cerveja. Se arrisca a escrever poesia, tocar violão e andar de skate quando ninguém está olhando.
Chloé Pinheiro

Chloé Pinheiro

Nasceu há 23 anos num hospital sem luz e com o cordão umbilical enrolado no pescoço, o que talvez diga muito sobre a sua vida. Ela bem que tentou fugir da Comunicação, mas hey! aqui está ela se dividindo entre os lados do balcão do jornalismo. Pode ser encontrada facilmente em bares e dificilmente em lojas ou rodas de mulheres. Acha que arte e cultura tinham que ser tão abundantes e acessíveis quanto braços suados e pessoas apressadas nos metrôs da vida.
Victor Bauab

Victor Bauab

Aspirante a jornalista, poeta, cinéfilo e musicólogo que faz samba e amor até mais tarde e tem muito sono de manhã. Vive perdido no paraíso, procurando discos voadores no céu, enquanto ouve gritos de Gal Costa. Sua terra entrou em transe quando viu Glauber Rocha e chamou Copacabana de Mon Amour. Uivou quando conheceu Ginsberg e desceu ao subsolo com Dostoiévski. Cpmpartilhou um cigarro com Thompson, gemeu Je t’aime, Moi Non Plus e aceitou sua natureza dual.
Andre Vicentini

Andre Vicentini

Formado em publicidade por engano e em cinema por gosto, Vicentini já dirigiu, escreveu e até atuou em diversas produções. Percorrendo o mundo das artes, Andre, de família italiana, resolveu se tornar cidadão europeu. Portanto será nosso primeiro correspondente internacional, cobrindo eventos e trazendo novidades do velho continente.
Eduardo Arau

Eduardo Arau

Olhos operados, pêlos brancos que avançam, troca a noite pelo dia. Virou doutor na USP com 336 págs. sobre o sagrado em Guimarães Rosa. Filho-eterno de sua mãe; de seus irmãos, idem. Não gerou nem conquistou a sonhada independencia financeira. Cultiva amigos muito jovens. Tem amor por livros, filmes, arte. Ensina o assunto e faz filmes. Tem um blog REVIDE para falar de si e um pouco de tudo, como aqui, onde pousa no momento.
Marco Nalesso

Marco Nalesso

Cresceu jogando "Três dentro e três fora" nos portões dos vizinhos e fazendo música no barracão de sua avó, no nobre e acolhedor bairro de Camilópolis em Santo André. Aí veio o gosto pela arte: hipnótico por qualquer tipo de som bom já feito na Terra, independente do estilo, gênero e grau. Manja o Alejandro Jodorowsky? Então, ele queria ser o alquimista do movie A Montanha Sagrada e o cuiqueiro do disco África Brasil, cultivando sempre a agricultura celeste.
Raphael Coraccini

Raphael Coraccini

Cresceu vendo o mundo pelos olhos do cinema e as lamentações da humanidade pela voz do rap e do samba. Tempo que passa, paixões que crescem, a arte e suas nuances sociais ganharam um espaço especial dentro de seu coração e de sua cabeça. Existe um ciclo em sua vida que compreende quatro etapas principais: um momento de excitação pelas promessas de sucesso do mundo, a decepção, o ódio contra tudo e o amor compassivo ao que antes era odiado. Entre um ponto e outro do círculo, há o esforço hercúleo de manter a sanidade por meio da escrita e das conversas de boteco. Delas nascem os conteúdos aqui apresentados.
Priscila Castilho

Priscila Castilho

Jornalista de formação, fotografa com o coração e escreve com a alma. Autointitulada psicóloga autodidata, usa ênclise desde a infância. Criativa, porém dispersiva; por vezes, pouco assertiva. Busca a felicidade quase mais que a paz de espírito. Paulistana, patina pela cidade na companhia de Caetano, Monk e Mozart. Gosta de viajar com Wes Anderson e Gondri e pegar metrô com Jorge Amado, Nietzsche e Jung. Vive por seus ideais; dinheiro não importa. Para que exista, sua arte precisa de propósito, nem que este seja, pura e simplesmente, a expressão mais pura e simples.
Bruno Alves

Bruno Alves

Vez ou outra Bruno retoma algumas páginas de On The Road, livro que o ajudou a entender cultura como a principal responsável pela formação de indivíduos conscientes e livres. É com frequência visto pela região da Roosevelt contemplando seus habitantes e grafittis. Trabalhou com marketing, comunicação e atualmente cursa pós-graduação em Jornalismo Cultural e escreve para sites focados em cultura.
Aline Oliveira

Aline Oliveira

Trabalha escrevendo, estuda a escrita persuasiva, mas contraditoriamente, costuma permanecer em silêncio. Constantemente, percebe que fala mais com os dedos do que com a boca. Tem paixão por transformar o ócio desperdício em ócio criativo, e mania de converter momentos comuns em poesias e pseudo-poesias, sendo essa última mais frequente. Acredita em arte, cores e cultura, tanto quanto em oxigênio pra viver.
Heloise Fruchi

Heloise Fruchi

Jornalista, pra poder sobreviver na São Paulo de 2000 e tantos, e socióloga, pra poder dar algum sentido a tudo isso e não restringir sua liberdade às horas dentro do kimono ou sobre os eixos do skate. Dentre a polifonia de discursos que a monta/desmonta continuadamente, a tríade dialógica veganismo, feminismo e socialismo converge em suas ações, tinge novas identidades a arte que consome e potencializa distintos filtros que tenta compartilhar em sua produção.
Isabella Rudge

Isabella Rudge

Vinda da Morada do Sol para a Pauliceia Desvairada, a caipirinha Isabella Rudge tem alma de criança arteira e gosta de se arriscar em coisas como: redação, fotografia, papel+canetascoloridas+aquarela, colagens, costura, culinária etc. Durante o dia, trabalha atrás do balcão do petshop de seu padrinho; à noite, veste sua fantasia de super-heroína pra dar conta de tudo que passa por sua imaginação, organizar a casa e cuidar do gato alaranjado.
Bela Gregório

Bela Gregório

Uma fotógrafa que também escreve e pinta muros por ai. Apaixonada pela cidade e todas as formas de dialogar com ela, Bela respira arte e vive a rua todos os dias da vida. Acredita que produzir novas inspirações de dentro para fora é a melhor maneira de extrair a essência de si mesma. Afinal de contas, a vida sem criação perde a forma certa para ela. Nos horários livres, enche a mala de latas de spray e caminha sem rumo pela São Paulo cinzenta. Entre projetos que fervem na cabeça, criou o Coletivo Efêmmera, dedicado à falar sobre as mulheres na arte de rua do Brasil e do mundo.
Filipe Rocha

Filipe Rocha

Entrou profissionalmente no mundo da comunicação pela porta do jornalismo. Enquanto estagiava na área, descobriu o design. E logo descobriu que já era designer há muito tempo, só não havia se dado conta. Fotografia também está entre suas habilidades. Em meio a essa turba, também se tornou ilustrador, primeiro de brincadeira, depois mais a sério. Em outros tempos, já foi frontman de banda de thrash metal. Hoje é pai de Daniel Akira. E é isso, mas por enquanto.
Nathan Fernandes

Nathan Fernandes

É jornalista, mas jura que toma banho todos os dias. Escreve como bebe whisky: sem frescura e devagar. Resultado dos quase quatro anos em que trabalhou como repórter da Playboy. Também é colaborador das revistas Superinteressante e Men’s Health. É criador e editor do site Suck My Zine, um guia pervertido de fanzines. Atualmente, trabalha, estuda e come pastéis de nata em Lisboa. Assiste a filmes de zumbi, acredita no Zygmunt Bauman, tenta imitar o Morrissey e faz um esforço mental toda vez que escreve em terceira pessoa.
Luan Magustero

Luan Magustero

Sobre mim... Difícil, não sei escrever. O que gosto? Amo tanto pouca “coisa”, e com ardor tanto esse pouco. O que faço? Poderia escrever algum acontecimento de minha vida, e o que vi, ouvi e penso, para que vós pudésseis vos aproximar, mas não nesse curto espaço, quem sabe em outro lugar. E vós não olhastes para a foto tentando me ver, aí bem pouco está.
Gabriel Lima

Gabriel Lima

Um redator cabeludo que inspira, expira e aspira ser escritor. E que num dia de 1990, por alguns milésimos de segundo, foi a pessoa mais jovem do mundo. Filho de Pernambuco nascido em São Paulo. Nunca perde uma piada. Sempre esquece a letra da música.
Thiago Nunes

Thiago Nunes

Quando nasceu, não tinha nada para ser sambista. Quando ouviu o pandeiro, o rebolo e o cavaquinho tocarem juntos, foi amor à primeira ouvida. Hoje, quando não está ouvindo os grandes sambistas, está escrevendo, tocando e cantando os seus próprios sambas. Chama Geraldo Filme, Fundo de Quintal, Cartola e João Nogueira na roda, sem intervalos, sem partitura.
Maressa Loureiro

Maressa Loureiro

22 anos, publicitária que nasceu com a vontade de abraçar (e fotografar) os quatro cantos do mundo, uma flâneur assumida. Ama criar, dançar, ouvir música e procura sempre fazer com que os momentos agradáveis sejam frequentes em sua rotina.
Sérgio Tavares

Sérgio Tavares

Autor de diversos projetos em mídia contemporânea, new media art e literatura. Atualmente é pesquisador na Nordic Digital Culture Network. Mora e trabalha em Helsinki.
Kleber Oliveira

Kleber Oliveira

Nasceu nos anos 80, cresceu ouvindo boa música e assistindo a filmes por influência dos seus pais. Graças a sua paixão pela música e por cinema, resolveu abrir mão da carreira na área de logística para se dedicar ao sonho de trabalhar com vídeos. Adora futebol e não perde uma oportunidade de descer a serra para ver seu Santos jogar. Acredita que felicidade não se busca se faz.
Rafael Funchal

Rafael Funchal

Publicitário, designer, músico e apaixonado por WordPress.