Gabriel Alexandre
Começou estudando tipografia marginal nas paredes de sua escola, hoje é designer durante o dia e filmmaker nas madrugadas. Ama fotografia e uma espécie de sensibilidade viajada de enxergar poesia no que bate o olho. Vegetariano por opção e Corinthians por natureza. Já tocou baixo em banda de hardcore/punk, mas hoje prefere um dub e arrisca umas notas não muito altas no trompete. Pira em música instrumental e cinema non-sense e tem certeza que sua vida faz parte de um filme metalinguístico.
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Kleber Oliveira
Kleber nasceu nos anos 80, cresceu ouvindo boa música e assistindo a filmes por influência dos seus pais. Graças a sua paixão pela música e por cinema, resolveu abrir mão da carreira na área de logística para se dedicar ao sonho de trabalhar com vídeos. Adora futebol e não perde uma oportunidade de descer a serra para ver seu Santos jogar. Acredita que felicidade não se busca se faz.
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Vitor Ranieri
Por destino ou por não ser nenhum craque no futebol, começou a escrever desde cedo. Deitado em um dos gramados do Museu do Ipiranga, conheceu A Tábua de Esmeraldas e o violão de Jorge Ben, encontro que o motivou a imaginar um futuro onde ouviria discos e escreveria sobre eles. Antes de ingressar na faculdade de Jornalismo, foi obrigado a trocar as salas de Ciências Sociais pelas fileiras do Exército Brasileiro. Gosta de sofrer com o Palmeiras, filmes coreanos e os chiados de sua vitrola Polyvox. Facebook
Chloé Pinheiro
Chloé nasceu há 21 anos num hospital sem luz e com o cordão umbilical enrolado no pescoço, o que talvez diga muito sobre a sua vida. Ela bem que tentou fugir do Jornalismo, mas hey! aqui está ela estagiando e usando pseudônimos por aí. Pode ser encontrada facilmente em bares e dificilmente em lojas ou rodas de mulheres. Acha que arte e cultura tinham que ser tão abundantes e acessíveis quanto braços suados e pessoas apressadas nos metrôs da vida.
FacebookTwitterNão é bem assimOs Sem Biblioteca
Eduardo Arau
Eduardo Arau: olhos operados, pêlos brancos que avançam, troca a noite pelo dia. Virou doutor na USP com 336 págs. sobre o sagrado em Guimarães Rosa. Filho-eterno de sua mãe; de seus irmãos, idem. Não gerou nem conquistou a sonhada independencia financeira. Cultiva amigos muito jovens. Tem amor por livros, filmes, arte. Ensina o assunto e faz filmes. Tem um blog REVIDE para falar de si e um pouco de tudo, como aqui, onde pousa no momento.
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Damaris de Angelo
Damaris. Mais um pensamento utópico espalhado no mundo. Necessário! É das que leva música a sério e escancara sentimentos. Ativista do amor e encontra na arte e meditação a salvação para mundo – pela alma. Alma Hippie, tenta poemas, ilustrações, acordes e cores, pra expressar “a angústia de Fernando Pessoa”. Veio como resposta à Elis Regina, e mudar o “como nossos pais”. Amante da psicologia e estudante de comunicação social vai por intermédio da criatividade e espírito de união pôr a somar coisas do mundo. Mas só as que vêm do coração.
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Dj Marco
Se tornou dependente musical depois de ouvir Rita Lee, Michael Jackson e Clara Nunes na década de 70. Colecionador de discos e flyers desde 1988. Vinil simplesmente pelo vício, flyers pela relação com a história, registro e tudo mais.
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Daniele Simões
Apesar de o parto de Daniele Simões ter ocorrido no modo normal, a entrada foi uma surpresa: ela apareceu de ponta cabeça! Talvez essa seja a mais coerente explicação para a protagonista dessa história gostar tanto de enxergar o mundo ao contrário. Graduada em Comunicação Social, Dani vive entre o chão e os ares e em uma constante briga de amor com a vida, enquanto isso, ela aproveita para esvaziar seus intrínsecos pensamentos escrevendo ou durante uma boa conversa de bar.
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Robson Cesar Alkmim
Fala muito, quando está sozinho. Não sabe contar uma piada, a única que sabia foi esquecida. Tem boa memória, apesar da piada. Já foi várias vezes a Paris, pelo Google Maps. Pensa que se não ler alguma coisa antes de dormir acordará mais burro. Metido a roteirista, vai que dá certo. Pretende escrever uns livros em vez de somente criar a capa deles. Designer desistente. É velho, mas não parece. Sujeito racionalmente não-linear, só faz sentido no final. Adora compartilhar seus livros, músicas e filmes, desde que não peguem emprestado, então visite seus sites.
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Vanessa Moraes
Uma jornalista do tipo que acha que pode mudar o mundo com palavras escritas por aí. Pichava os muros da escola com frases feministas e se contentou em ter deixado uma legião de adolescentes previamente politizadas com suas canetadas pelos banheiros. Amante dos livros, se emociona e chora com filmes sobre revoluções políticas. Algumas vezes pode ser encontrada dançando Ska ou dormindo por aí.
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Filipe Rocha
Entrou profissionalmente no mundo da comunicação pela porta do jornalismo. Enquanto estagiava na área, descobriu o design. E logo descobriu que já era designer há muito tempo, só não havia se dado conta. Fotografia também está entre suas habilidades. Em meio a essa turba, também se tornou ilustrador, primeiro de brincadeira, depois mais a sério. Em outros tempos, já foi frontman de banda de thrash metal. Hoje é pai de Daniel Akira. E é isso, mas por enquanto.
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Carol Betella
Essa publicitária tem a mente aberta pra falar sobre o assunto que for e de acordo com a proporção, dois ouvidos e uma boca, fala menos e escuta mais. Sua empatia sempre a faz pensar no que se passa do outro lado do muro. Apaixonada por música e poesia, curte os momentos de solidão na companhia de seu violão. Rega seus dias com doses fortes de suco de maracujá, o que talvez seja o bastante para entender a santa paciência dessa “neguinha sarará” do vô Antônio. Não se preocupe se ela esquecer do que falava nos últimos segundos.
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Marco Nalesso
Nasceu jogando “Três dentro e três fora” nos portões dos vizinhos e fazendo música no barracão de sua avó, no nobre e acolhedor bairro de Camilópolis em Santo André. Aí veio o gosto pela arte: hipnótico por qualquer tipo de som bom já feito na Terra, independente do estilo, gênero e grau. Manja o Alejandro Jodorowsky? Então, ele queria ser o alquimista do movie A Montanha Sagrada e o cuiqueiro do disco África Brasil, cultivando sempre a agricultura celeste.
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Heloise Fruchi
Jornalista, Cientista Social e Internacionalista – os contrastes acadêmicos traçam o vetor, mas nem Bakhtin consolidaria tamanha polifonia. Heloíse Fruchi foi karateka por diversão até conhecer Muhammad Ali: depois dali virou profissão. Sua session de skate só acontece quando a rua faz silêncio – uma preservação a segurança pública. Esconde a sextologia de Star Wars dentre os Terrores Asiáticos. Tatuou a Frida Kahlo na perna, mas é o Diego Rivera quem está no coração. O Ipod só carrega NYHC, mas adormece melhor com Flamenco Jazz. A menina da roça almoça no Bistrô e ceia Nissin Lamen. E o pior: não vê problema algum nisso. FacebookTwitterWordPress
Renata Bonfá
Renata Bonfá não é parente de Paulo Bonfá, mas também é jornalista. Um tanto quanto cinéfila, não suporta gritos nem sussurros na sala de cinema. Atualmente, respira o frenético ar de São Paulo, mas em um futuro próximo passará a viver na Islândia (é claro que Sigur Rós é uma de suas bandas favoritas). Por enquanto, Renata está pra lá de “lost in translation”.
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Andre Vicentini
Formado em publicidade por engano e em cinema por gosto, Vicentini já dirigiu, escreveu e até atuou em diversas produções. Percorrendo o mundo das artes, Andre, de família italiana, resolveu se tornar cidadão europeu. Portanto será nosso primeiro correspondente internacional, cobrindo eventos e trazendo novidades do velho continente.
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Sissel Dargis
Desde criança queria ser índia e morar na floresta, mas nasceu nas terras nativas dos vikings. Se cansou de passar frio e foi morar na Rocinha com alguns irmãos onde descobriu os segredos do funk. O tempo passou, e com ele, o dinheiro foi junto. Foi à São Paulo para trabalhar em uma empresa de marketing e fundraising. Enquanto isso, a lata de spray e a fotografia tomava conta do coração de Sissel, que então, voltou à Copenhague para estudar cinema e mídias. Atualmente trabalha em uma produtora de documentários. Facebook
Andréia Regeni
Jornalista. Brinca de escrever e tocar piano. Fala pouco e muito lê. Gosta de jazz, dos surrealistas e dos existencialistas do cinema, de HQ e fotografia. Ama incondicionalmente sua cadela amarela Milou e café é seu único vício publicamente assumido. Facebook
Débora Nazari
Adamantinense da terrinha do velho oeste paulistano. Formada em Ciências Sociais, mas nas horas vagas pensa dançar como o Michael Jackson. Adora viajar no mundo literário, em que é transportada para outra galáxia onde flutuam planetas pinks e chove gliter em meio a cachorrinhos fofos. É escritora de um futuro romance, mas enquanto isso trabalha em sua tese de vampiros. É antropóloga, contadora de histórias, dobradora de origami e colecionadora de cartões de restaures. Sempre disponível para ver um bom filme daqueles que dá uma cócega cerebral ou testar uma receita nova. FacebookBlog Bolhas
Vinícius Feder
Um homo-sapiens-sapiens-demens hiper-complexo pós-moderno formado em Ciências Sociais que atualmente dedica-se à óciologia. Em momentos de surtos criativos compõe músicas em forma de bricolagens e gambiarras sonoras, como por exemplo, uma peça dadaísta tocada com uma privada intitulada No Banheiro. Se enxerga arquetipicamente como um andarilho ou um peregrino rodeado por bons amigos que levam arte e alegria por onde passam. Metade judeu, metade índio, é um ser híbrido que admira a diversidade das culturas e as particularidades das pessoas.
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Livia Isoppo
Fascinada por tatuagem, gente e Iggy Pop. Trabalhou com publicidade por um tempo. Foi arroz de festa da Augusta por um tempo. Estudou Artes Visuais na ECA por um tempo. Acha que tudo é temporário mas desenha desde sempre. Gosta muito de observar as pessoas, seus modos e suas roupas, e até criou um blog para guardar um pouco do que vê por aí: o Street Walking Cheetahs. Costuma achar que se expressa melhor com imagens que com palavras. E um dia ainda vai abrir com o namorado um estúdio de tatuagem inspirado em Screamin’ Jay HawkinsFacebookStreet Walking Cheetahs
Eduardo Ribeiro
Designer gráfico, comunicador e gestor cultural independente. Com seis anos de idade pedia pra irmã colocar o Kill ‘Em All do Metallica e o resto da história vocês podem imaginar. Atualmente escreve a coluna “Sinestesia – Disco começa pela capa” aqui no Soul Art e atua como diretor de arte da banda Marco Nalesso e A Fundação e do Coletivo Marte e nunca se afasta da música simplesmente porque é impossível.FacebookBehance
Victor Bauab
Aspirante à jornalista, poeta, cinéfilo e musicólogo que faz samba e amor até mais tarde e tem muito sono de manhã. Vive perdido no paraíso, procurando discos voadores no céu, enquanto ouve gritos de Gal Costa. Sua terra entrou em transe quando viu Glauber Rocha e chamou Copacabana de Mon Amour. Uivou com Ginsberg, foi ao subsolo de Dostoiévky, pediu um cigarro à Thompson, gemeu Je t’aime, Moi Non Plus e aceitou sua natureza dual. FacebookTwitter