Especial Projeto Control: Slim Rimografia

flyer

No próximo sábado (24/08), o Clube Aramaçan, em Santo André, recebe a edição especial de 3 anos do Projeto Control. Desta vez, a festa que já contou com os maiores nomes do rap nacional, traz um line-up de peso, misturando o melhor da “nova” e da velha escola. Sobem ao palco os talentosos Ogi e Slim Rimografia, esquentando o clima para a aguardada apresentação dos Racionais Mc’s. Nos toca-discos, riscam os DJs residentes do Projeto Control, DJ Rodrigo Silva e DJ Marco.

No primeiro desta série de três posts, montaremos a trilha sonora da semana, aquecendo os ouvidos e a mente para a noite de sábado. Quem abre a trinca é o sagaz Slim Rimografia, um dos artistas mais inovadores e carismáticos do rap nacional nos últimos dez anos, contados a partir de seu primeiro disco, Financeiramente Pobre, que o rapper vendeu mais de 4 mil cópias de mão em mão, no busão, na saída do show, nas proximidades da M’Boi Mirim.

Diferente, de raciocínio rápido, de beats pesados e musicais – que sampleam até Roberto Carlos -, Slim lançou outros quatro discos após o de estreia, Introspectivo, de 2006, Bruce Slim Beats, de 2010, e a parceria com Thiago Beats, com quem lançou o excelente Mais que existir, em 2011. O destaque do post vai para o mais recente, Aumenta o Volume, lançado este ano. Um disco musicalmente riquíssimo, que se destaca nos falantes até de quem ouve rap todos os dias. Sente só o que a noite promete!

01 – Press play
02 – Conduta de risco
03 – Session
04 – Vivão e vivendo
05 – Tá bom pra mim
06 – Here comes a new challenger
07 – Nunca se apaga
08 – Só por hoje
09 – Limpe seu próprio quintal
10 – O que será?
11 – Perigo
12 – Canção de inverno
13 – Ela é zika
14 – M. Boi Mirim
15 – Quem não quer sou eu
16 – Ninguém mais qué
17 – ★ 1970 † ∞

slim1

Para mais informações sobre o show Edição 3 Anos do Projeto Control:
https://www.facebook.com/events/459752820782632/?fref=ts

 

Foto: Sidmar Oliveira/Reviva Rap
Teaser: Raphael Borgez/Cinematografia

Por destino ou por não ser nenhum craque no futebol, começou a escrever desde cedo. Deitado em um dos gramados do Museu do Ipiranga, conheceu A Tábua de Esmeraldas e o violão de Jorge Ben, encontro que o motivou a imaginar um futuro onde ouviria discos e escreveria sobre eles. Antes de ingressar na faculdade de Jornalismo, foi obrigado a trocar as salas de Ciências Sociais pelas fileiras do Exército Brasileiro. Gosta de sofrer com o Palmeiras, filmes coreanos e os chiados de sua vitrola Polyvox.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *