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	<title>SOUL ART</title>
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	<description>Arte, Cultura Alternativa e Entretenimento</description>
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		<title>Virada Cinematográfica</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 18:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Nazari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Virada Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Dormir para quê? Um dos eventos mais legais do ano retorna à capital paulista neste final de semana e promete superar as possíveis pancadas de chuva e enfrentar a frente fria que chega ao país. Ela voltou bela, agitada e revigorada, completando nove aninhos, para alegria geral dos eventos gratuitos. Ela, a Virada Cultural, ocorre durante 24 horas sem parar, das 18 horas de hoje às 18 horas (mais acréscimos) de amanhã por toda a cidade de São Paulo. Eventos culturais para todos os gostos e públicos, espalhados de leste a oeste, de norte a sul da metrópole. Mas, quem não quer enfrentar filas, ficar na lotação do metrô às duas da matina, ou enfrentar o friozinho lá da Praça Júlio Prestes, pode trocar tudo isso pelo conforto da poltrona do cinema e apreciar os movies acompanhado daquela pipoca. A carinhosa Virada Cinematográfica, que todo ano abraça os fãs alucinados por filmes remasterizados, não se deixou abater pelas atrações internacionais e está repleta de filmes pra lá de bons. Hitchcock: O que poderia ser melhor para ver na madrugada do que aquele suspense de tirar o fôlego? Dois filmes do mestre Hitchcock serão exibidos na Virada Cultural. O clássico dos clássicos, Psicose [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dormir para quê? Um dos eventos mais legais do ano retorna à capital paulista neste final de semana e promete superar as possíveis pancadas de chuva e enfrentar a frente fria que chega ao país.</p>
<p>Ela voltou bela, agitada e revigorada, completando nove aninhos, para alegria geral dos eventos gratuitos. Ela, a <b>Virada Cultural</b>, ocorre durante 24 horas sem parar, das 18 horas de hoje<b> </b>às 18 horas (mais acréscimos) de amanhã por toda a cidade de São Paulo.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/viver-a-virada.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4963" alt="viver a virada" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/viver-a-virada.jpg" width="851" height="316" /></a></p>
<p>Eventos culturais para todos os gostos e públicos, espalhados de leste a oeste, de norte a sul da metrópole. Mas, quem não quer enfrentar filas, ficar na lotação do metrô às duas da matina, ou enfrentar o friozinho lá da Praça Júlio Prestes, pode trocar tudo isso pelo conforto da poltrona do cinema e apreciar os <i>movies </i>acompanhado daquela pipoca.</p>
<p>A carinhosa <b>Virada Cinematográfica</b>, que todo ano abraça os fãs alucinados por filmes remasterizados, não se deixou abater pelas atrações internacionais e está repleta de filmes pra lá de bons.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/217060_643850205641488_1371709894_n.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4962" alt="217060_643850205641488_1371709894_n" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/217060_643850205641488_1371709894_n.jpg" width="940" height="940" /></a></p>
<p><b>Hitchcock:</b></p>
<p><b></b>O que poderia ser melhor para ver na madrugada do que aquele suspense de tirar o fôlego? Dois filmes do mestre <strong>Hitchcock</strong> serão exibidos na Virada Cultural. O clássico dos clássicos, <b>Psicose </b>(1960) abre a noite lá no <b>Sesc Ipiranga</b> hoje às <b>22 horas</b>. E você achou que o 3D ia ficar de fora? Primeira exibição na América Latina, <b>Disque M para Matar </b>(1954) será exibido em 3D, como foi gravado lá na década de 50. Não dá pra perder a maravilhosa <b>Grace Kelly </b>sendo vítima de assassinato, será que ela sobrevive à sessão do <b>domingo </b>às <b>2:30</b> ou aparece para a das <strong>17 horas</strong> lá no <b>CineSesc</b>?<b>        </b></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/rHVYaFCXVFM" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><b>Brasileirinho como ele só:</b></p>
<p><b></b>O cinema nacional marca presença com duas figuras. A vedete mais famosa dos últimos tempos em <b>Rita Cadillac, a Lady do Povo </b>(2007) dá um olá <b>hoje </b>às <b>20 horas</b> lá no <b>Sesc Santo Amaro</b>. Enquanto isso, pra lá de romântico, na sala ao lado do mesmo Sesc, às <b>22:30</b> o filme <b>Vou rifar meu coração </b>(2011) musicando a famosa música <i>brega</i> dos apaixonados incuráveis.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Jq_K8j_PbKM" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><b>Cine Mudo Chaplin:</b></p>
<p><b></b>Para quem estiver lá no <b>Sesc Bom Retiro</b> pode sentar e gargalhar, pois <b>hoje</b> às <b>18 horas</b> e<b> domingo </b>às<b> 11:30 </b>começa a <b>Mostra de Cinema Mudo. </b>Já o <b>Sesc Interlagos </b>faz uma homenagem ao representante desses clássicos em p&amp;b, com o <b>Curta Chaplin</b> hoje às <b>18 horas &#8211; </b>a projeção em looping de curtas do ator e diretor Charles Chaplin está garantida.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/charles-chaplin.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4964" alt="charles-chaplin" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/charles-chaplin.jpg" width="1440" height="900" /></a></p>
<p>Programação extensa, com muito mais outros filmes nas categorias de curtas, drama, erótico, cine trash, surpresa, terror e comédia. Só escolher e boa virada cinematográfica!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Quando?</b> De 18 a 19 de Maio</p>
<p><b>Onde?</b> Por toda cidade de São Paulo</p>
<p><b>Quanto?</b> Grátis</p>
<p><b>Programação completa: </b><a href="http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/programacao/">http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/programacao/</a><b></b></p>
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		<title>De onde vem o sample? &#8211; A quem possa interessar, Kamau</title>
		<link>http://soulart.org/musica/de-onde-vem-o-sample-a-quem-possa-interessar-kamau/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 13:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Ranieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[a quem possa interessar]]></category>
		<category><![CDATA[dj primo]]></category>
		<category><![CDATA[Kamau]]></category>
		<category><![CDATA[non ducor duco]]></category>
		<category><![CDATA[quinteto ternura]]></category>
		<category><![CDATA[sample]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano, 2000 e alguma coisa. O disco, KL Jay na Batida &#8211; Volume 03. A faixa, Ao Vivo, a número 06. Rimando, JL e Kamau. Impressionado com aquele rap improvisado, algo que eu nunca tinha ouvido antes, conheci a inteligência do matemático Kamau. Alguns anos depois, com o lançamento do Non Ducor Duco (2008), encontrei meu som preferido dentro da chamada “nova escola”. Raciocínio rápido, sem auto-engrandecimento, melodias que ficavam na cabeça por vários dias. A quem possa interessar foi uma dessas. Hino de quem corre atrás dos seus objetivos, A quem possa interessar é rimada em cima de uma base do saudoso DJ Primo, que foi riscar os discos no andar de cima em setembro de 2008. O sample vem de Linda Manhã, presente em um compacto de 1978 do Quinteto Ternura, banda que iniciou a carreira na década de 1960 como Trio Ternura, e tem no currículo feitos como ter acompanhado Toni Tornado no 5º Festival Internacional da Canção da Rede Globo, em 1970, com a canção BR-3, e ter gravado um disco clássico do soul brasileiro com produção de Raul Seixas, em 1971. O som do Quinteto Ternura lembra muito a genialidade de Cassiano, com melodias carismáticas e, ao mesmo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/kamau2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-4966" alt="kamau2" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/kamau2-1024x682.jpg" width="717" height="477" /></a></p>
<p>O ano, 2000 e alguma coisa. O disco, <b><i>KL Jay na Batida &#8211; Volume 03</i></b>. A faixa, <b><i>Ao Vivo</i></b>, a número 06. Rimando, <b>JL</b> e <b>Kamau</b>. Impressionado com aquele rap improvisado, algo que eu nunca tinha ouvido antes, conheci a inteligência do matemático <b>Kamau</b>. Alguns anos depois, com o lançamento do <b><i>Non Ducor Duco </i></b>(2008), encontrei meu som preferido dentro da chamada “nova escola”. Raciocínio rápido, sem auto-engrandecimento, melodias que ficavam na cabeça por vários dias. <b><i>A quem possa interessar</i></b> foi uma dessas.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/henRRyQC1tQ" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Hino de quem corre atrás dos seus objetivos, <b><i>A quem possa interessar</i></b> é rimada em cima de uma base do saudoso <b>DJ Primo</b>, que foi riscar os discos no andar de cima em setembro de 2008. O sample vem de <b><i>Linda Manhã</i></b>, presente em um compacto de 1978 do <b>Quinteto Ternura</b>, banda que iniciou a carreira na década de 1960 como <b><i>Trio Ternura</i></b>, e tem no currículo feitos como ter acompanhado <b>Toni Tornado</b> no <b>5º </b><b>Festival Internacional da Canção da Rede Globo</b>, em 1970, com a canção <b><i>BR-3</i></b>, e ter gravado um disco clássico do <b>soul</b> brasileiro com produção de <b>Raul Seixas</b>, em 1971.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/n6UQP0Ur498" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O som do <b>Quinteto Ternura</b> lembra muito a genialidade de <b>Cassiano</b>, com melodias carismáticas e, ao mesmo tempo, psicodélicas. Em outros momentos, alguns sons se parecem com <b>Dom Salvador</b>, em uma mistura da música negra americana com elementos da música popular brasileira. Confira abaixo algumas faixas do disco de 1971, que conta com composições de <b>Fábio</b>, <b>Hyldon</b>, <b>Dalto</b> e contribuições do próprio Raul, e o de 1974, que você ouve completo <b><a href="http://www.radio.uol.com.br/album/quinteto-ternura/quinteto-ternura/13165?cmpid=clink-rad-al">aqui</a></b>.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/bJR5G0BoSpQ" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/xB5Oxs_TN10" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/qcjRHccXcvo" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Contos Ilustrados: Retrato ilusório</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 12:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Alkmim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[bósnia]]></category>
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		<description><![CDATA[Conto: Robson Alkmim &#124; Ilustração: Filipe Rocha Um senhor de cabelos brancos sentado em frente a um computador num escritório, cercado por livros, fotos, dois gatos pardos e uma caneca de chá fumegante. Pega um microfone e aciona o botão de gravar na tela: Testando, testando, ok&#8230; Bem, disseram-me que escrever um livro de memórias seria o caminho natural pelas experiências que tive em fotojornalismo. “O senhor precisa contar tudo!”,  foi o que mais ouvi, quase num tom de clemência de amigos, parentes e de gente desconhecida fascinada pelo meu trabalho. Estando vivo após cobrir manifestações políticas, zonas de conflito armado, desastres naturais, tiroteios entre bandidos e polícia (confesso que nem sempre ficara claro quem era quem) e, com estes 70 anos no corpo que só me permite hoje tirar fotos de passarinhos, por que não contar para as novas gerações minhas peripécias? Aceitei. O livro foi publicado e é um sucesso. Dentre tantas histórias e fotos colocadas no livro, acabei deixando de fora a que mais me marcou. Como todos sabem, cobri aqueles anos loucos no Leste Europeu após a dissolução da União Soviética, da queda do muro de Berlim, e os sucessivos conflitos naqueles países, ou melhor, territórios que lutavam por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/RGB-SOULART-BROTHERS-IN-WAR.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4958" alt="RGB-SOULART-BROTHERS-IN-WAR" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/RGB-SOULART-BROTHERS-IN-WAR.jpg" width="1000" height="707" /></a></p>
<p align="center"><b>Conto: Robson Alkmim | Ilustração: Filipe Rocha</b></p>
<p>Um senhor de cabelos brancos sentado em frente a um computador num escritório, cercado por livros, fotos, dois gatos pardos e uma caneca de chá fumegante. Pega um microfone e aciona o botão de gravar na tela:</p>
<p>Testando, testando, ok&#8230;</p>
<p>Bem, disseram-me que escrever um livro de memórias seria o caminho natural pelas experiências que tive em fotojornalismo. “O senhor precisa contar tudo!”,  foi o que mais ouvi, quase num tom de clemência de amigos, parentes e de gente desconhecida fascinada pelo meu trabalho. Estando vivo após cobrir manifestações políticas, zonas de conflito armado, desastres naturais, tiroteios entre bandidos e polícia (confesso que nem sempre ficara claro quem era quem) e, com estes 70 anos no corpo que só me permite hoje tirar fotos de passarinhos, por que não contar para as novas gerações minhas peripécias? Aceitei. O livro foi publicado e é um sucesso.</p>
<p>Dentre tantas histórias e fotos colocadas no livro, acabei deixando de fora a que mais me marcou. Como todos sabem, cobri aqueles anos loucos no Leste Europeu após a dissolução da União Soviética, da queda do muro de Berlim, e os sucessivos conflitos naqueles países, ou melhor, territórios que lutavam por sua independência. Diversas etnias conviviam no mesmo país, e naquele momento cada um procurava sua identidade e liberdade para terem seu próprio governo. Mas isso teve um preço fatal e presenciei muitas aberrações: gente ferida, mutilada, mulheres estupradas por soldados inimigos, cabeças decepadas, enfim, o inferno sob minha lente e também dentro de meu coração.</p>
<p>Mas no comecinho dos anos 90, precisamente em julho de 1991, entre os territórios da Sérvia e a Bósnia-Herzegóvina atuais, na época ainda sob o nome de Iugoslávia, vivi o tal episódio não revelado por mim. Mas não me peçam para lembrar de detalhes maiores, porque tudo aconteceu num único dia, e todas as minhas anotações dentro de uma mochila se perderam num assalto sofrido na mesma cidade e não pude reavê-la. Por sorte, a câmera continuou dentro de outra mochila, e a foto está nos meus arquivos pessoais.</p>
<p>Voltando à história, e antes que meus gatos desejem pisotear meu teclado, cheguei a uma região muito bonita, ainda sem conflitos, pois todo o jogo político parecia distante dali.  E, pela estrada, dentro de carro velho e sujo que usamos, eu e meus colegas, para atravessar do norte ao sul da Bósnia, avistei um rio que cortava dois vilarejo acanhados e que se ligavam por meio de uma ponte. Meus colegas disseram que ali seria um bom lugar para descansar, viajávamos há horas sob um calor terrível de verão. Um guia iugoslavo, que sempre viajava conosco, conseguiu achar uma cabana que servia de hotel, um pouco bagunçada, mas serviu. Todos ficaram contentes conosco por sermos estrangeiros, sempre se podia tirar um pouco mais de gente de fora, imaginavam. Passamos uma noite atacados por mosquitos e de manhã acordei bem cedo, e todo picado, para andar e matar a curiosidade sobre o outro vilarejo, sozinho, enquanto os meus colegas dormiam. Apesar de andarmos juntos, cada fotógrafo gosta de ser mais exclusivo que o outro, fazia parte da boa competição entre nós.</p>
<p>O sol brilhava bonito, alguns cidadãos conduziam animais para pastar em algum lugar ali próximo. Ninguém reparava muito em mim, sendo turista, deixe o moço sossegado, era o que eu interpretava de seus olhares. Fui em direção à ponte, levando em meu pescoço a máquina fotográfica e tirando algumas fotos da paisagem. Avistei um rapaz que pescava à beira do rio, ele me olhava fixo, pensei em tirar uma foto, mas o seu rosto não me agradou. Não era o momento para tirar sua privacidade.</p>
<p>Atravessei a ponte, um pouco bamba e de madeira, e que na verdade, sua extensão era muito maior do que eu imaginara. E o outro vilarejo mais distante do que havia medido da estrada. Não gostava desse tipo de situação, dependia do meu olhar, da minha precisão e ter me confundido na distância me deixava intranquilo. Logo me desculpei, pode ter sido o cansaço.</p>
<p>Chegando ao outro lado, um rapaz, que capinava mato com um facão em frente ao que pensei ser sua casa, veio me interpelar, não entendia o que dizia, tive medo do facão, então ele começou a me responder algumas palavras em inglês, algumas não, eu o compreendia bem, e sua voz tranquila foi me acalmando.</p>
<p>A questão era, que daquele lado, ninguém gostava de estrangeiros bisbilhotando, claramente tinham receio de alguma coisa. Perguntei sobre como era a vida naquelas cidades, e ele me explicou que não se comunicava com as pessoas do outro lado. Em seu vilarejo praticamente só moravam bósnios mulçumanos, e do outro lado, de onde eu vinha, sérvios cristãos. Reparei no rapaz, devia ter 20 e poucos anos, cabelo escuro e usava uns óculos vermelhos, juro que achei estranho, mas deixei pra lá.</p>
<p>Já pensava que não conseguiria mais nada, quando ele me perguntou de onde eu viera. Sou brasileiro, eu lhe respondi. Ele sorriu e disse que adorava nosso futebol, falou o nome de vários jogadores. Sorri amarelo, pois odiava futebol. Olhei para o vilarejo, olhei para a mata que o cercava, olhei para trás para a ponte e tive uma ideia encantadora, caso desse certo.</p>
<p>Eu o pedi para que esperasse ali, e que já já voltaria. Ele concordou e corri pela ponte de volta ao outro vilarejo. Encontrei o rapaz sérvio ainda pescando. Loiro e de bigode, me pareceu mais velho do que o rapaz bósnio. Comecei a perguntar a ele algumas coisas em inglês e ele me respondeu, geralmente mais acendo com a cabeça entre sim e não. Perguntei se queria tirar uma foto, eu a levaria ao Brasil. A palavra Brasil surtiu novo efeito e ele começou a falar vários nomes de jogadores de futebol. Sinceramente não compreendia que tal efeito pudesse romper com tantas barreiras culturais. Eu, num fim de mundo, encantando garotos sobre um assunto que eu não dominava, mas que era a mais perfeita identidade que tinha para mostrar a eles. Imagine se eu tivesse sambado? Bobagem, sou doente do pé.</p>
<p>Eu o levei até ao meio da ponte que fazia um nhéco-nhéco horrível. O bósnio, com o facão na mão, me pareceu preocupado quando eu acenei para ele vir, e ele não vinha. Pedi ao sérvio para me esperar, era preciso ser rápido, o povo das duas cidades poderia reparar na minha petulância. Sabia que havia muita coisa em jogo, e sabia que seria um grande feito juntar aqueles jovens na mesma foto. Conversei com o bósnio, ele largou o facão quando lhe disse que o outro rapaz conhecia os mesmos jogadores, ele duvidou de olhos arregalados e nós nos encaminhamos ao centro da ponte. Durante o trajeto, percebi que os dois se encaravam, “e se desse merda?”, eu pensava.</p>
<p>Ao nos aproximarmos, eles não se cumprimentaram, olhavam para os bigodes e a roupa do outro. Joguei alguns nomes brasileiros para descontrair: Romário, eles riam, Careca, eles sorriam, Zico, urraram, aproveitei e taquei um Maradona, e eles também gostaram. Perguntei os seus nomes para aproveitar o momento, e eles me disseram e se entreolharam embasbacados. O sérvio e o bósnio tinham o mesmo sobrenome. Não podiam acreditar e foram relatando seus antepassados, pelo menos foi o que entendi daquela conferência estranha a mim. O bósnio me disse que suas famílias descendiam da mesma árvore genealógica, mas que, por questões obscuras, cada uma seguiu uma religião. Até para eles entenderem seus sangues se tornava complicado, não queriam mais tocar nesse assunto. O país logo sofreria uma ruptura que somente quem vivia ali sabia dos riscos que corriam por pertencerem a uma etnia diferente do governo principal.</p>
<p>Seus semblantes murcharam. Pedi então que pudesse tirar uma foto, “ficará só para mim”, eu lhes disse. O bósnio ficou com receio, o sérvio disse que jamais deveria fazer o que eu pedia, mas que se fosse rápido, tudo bem. Eles se abraçaram, tirei a foto e cada um voltou para seu vilarejo, não os vi mais. Não dá pra refletir sobre aquele instante sem pensar na guerra que se seguiu logo após. Suas cidades não foram mais encontradas por mim em qualquer mapa. Durante anos quis localizar aquele lugar e nada. Não havia como saber, meus companheiros morreram num ataque dois anos depois onde somente eu sobrevivi, e que me faz arrastar minha perna direita. Aquelas guerras poderiam ter transformado aqueles jovens em inimigos mortais, cada um defendendo sua liberdade com crueldade.</p>
<p>A foto que tirei me fez pensar tantas vezes se não havia sido uma ilusão, a paz que poderia ter sido. Quero levá-la comigo até a morte, depois, quando alguém descobrir esta gravação, provavelmente deixarei para o meu filho cuidar disso, e depois, pode fazer o que quiser com meu segredo.</p>
<p>Eu sempre amarei esses dois garotos do leste europeu.</p>
<p>Zé Hermelino&#8230;</p>
<p>O velho para a gravação, seus gatos dormem, o chá esfriou. Ele puxa a gaveta da mesa e tira a fotografia do bósnio e do sérvio. Os cantos vão amarelando. Os rostos parecem observar o fotógrafo por trás do papel, com reverência e gratidão. Uma lágrima molha o retrato.</p>
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		<title>Bem-aventurados os que choram</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 18:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Coraccini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto mais triste mais bonito soa. Em meio à grande porção de forrós que eram tocados nas festas do começo da minha adolescência, essa parte de uma música bem conhecida ficou na minha cabeça. A ideia ainda não despertava pensamentos filosóficos no menino de 13 anos, que ficava de canto porque não sabia dançar. Mais tarde e ainda ruim de passo, ouvindo aquela canção em qualquer programa de rádio que ressuscita velharias que já foram moda, parte da música, que fala sobre as mazelas da vida, me fez bem mais sentido. Pensei em quanto o sofrimento pode nos comover de maneira que a euforia nunca será capaz de fazer. Veja Cartola e o seu jeito triste de mostrar um samba escondido nos fossos dos corações cariocas, e que não era exteriorizado porque, talvez, a batucada o inibisse. Ele trouxe, então, seu violão sereno e suas canções sofridas de quem amou demais. Aquele era o sofrimento real de Cartola e que não envolvia só casos de amor, mas sua vida em todas as dimensões. Cartola foi sofrido como Van Gogh em sua loucura absoluta de quem não cabe dentro de si, como Amy Winehouse e seu amor platônico por um “Zé-Ninguém”, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto mais triste mais bonito soa. Em meio à grande porção de forrós que eram tocados nas festas do começo da minha adolescência, essa parte de uma música bem conhecida ficou na minha cabeça. A ideia ainda não despertava pensamentos filosóficos no menino de 13 anos, que ficava de canto porque não sabia dançar.</p>
<p>Mais tarde e ainda ruim de passo, ouvindo aquela canção em qualquer programa de rádio que ressuscita velharias que já foram moda, parte da música, que fala sobre as mazelas da vida, me fez bem mais sentido. Pensei em quanto o sofrimento pode nos comover de maneira que a euforia nunca será capaz de fazer.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/TuJ7G0Y7Q70" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Veja <strong>Cartola</strong> e o seu jeito triste de mostrar um samba escondido nos fossos dos corações cariocas, e que não era exteriorizado porque, talvez, a batucada o inibisse. Ele trouxe, então, seu violão sereno e suas canções sofridas de quem amou demais. Aquele era o sofrimento real de Cartola e que não envolvia só casos de amor, mas sua vida em todas as dimensões. Cartola foi sofrido como <strong>Van Gogh</strong> em sua loucura absoluta de quem não cabe dentro de si, como <strong>Amy Winehouse</strong> e seu amor platônico por um “Zé-Ninguém”, e <strong>Charles Bradley</strong>, com sua bondade frustrada pela era individualista na qual foi obrigado a nascer, entre outros tantos que comovem com sua pena a crimes nunca concebidos.</p>
<p>Se pararmos para analisar o nosso deleite quando nos debruçamos sobre essas obras de almas moribundas talvez nos vejamos como programas e jornais sensacionalistas que usam todo tipo de sofrimento humano para ganho próprio, de forma a arreganhar as entranhas do sofredor &#8211; às vezes literalmente.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/van.jpg"><img class="alignleft  wp-image-4951" style="margin: 5px;" alt="van" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/van-798x1024.jpg" width="335" height="430" /></a></p>
<p>Essa necessidade de ver o sofrimento é parte fundamental do que acredito ser a busca pela felicidade, mesmo que isso pareça um paradoxo. Descobrimos ao longo dos anos que, a satisfação consumista e individualista que buscamos a custo de recursos naturais e vidas alheias não é capaz de nos prover uma “alma clara”, como canta Gilberto Gil. Não é essa tal euforia que nos satisfaz plenamente, mas sim a serenidade, um misto de melancolia e otimismo.</p>
<p>Diz o livro do Eclesiastes, capítulo 7, versículo 3, que “melhor a mágoa que o riso, porque a tristeza do rosto torna melhor o coração”. Em um mundo de picos de euforias frequentes, numa terra do faça-o-que-quiser, nos sentimos vazios de significados, de importâncias. Importância essa que só o sofrimento nos é capaz de trazer.</p>
<p>Para alcançar essa serenidade, buscamos a dor principalmente na arte, ou, mais precisamente, no artista. Ordenhamos suas dores expostas nas construções plásticas, musicais, cinematográficas, teatrais e toda forma de manifestação dessa espécie. Esse padecimento nos vem em pílulas, em doses terapêuticas, suficientes apenas para satisfazer nossa sede de melancolia. A dosagem tem que ser exata, menos que isso não se torna genial, mais do que isso se torna um perigo para a sanidade.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/v-j4CkV2rdM" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Assim como o jornalista sanguinário ou o leitor sedento por desgraças, nós, apreciadores do sofrimento artístico, somos como aves de rapina, esperando que a presa se debruce sobre seus males para que, curvados sobre sua dor, apreciemos nossa refeição. Há quem vá dizer que essa é uma visão pessimista e radical, e pode estar certo. Talvez por essa ser uma época de acontecimentos positivos na vida deste autor, ele esteja aqui, tentando equilibrar a euforia que lhe acomete com um sofrimento inventado, em busca de uma felicidade real.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*<em><strong>Aos portões da eternidade</strong></em>, <strong>Vincent van Gogh</strong>, 1890.</p>
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		<title>Achados &amp; Perdidos: Abayomy Afrobeat Orquestra</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 14:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Feder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[abayomy afrobeat orquestra]]></category>
		<category><![CDATA[Afrobeat]]></category>
		<category><![CDATA[Fela Kuti]]></category>
		<category><![CDATA[Virada Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[A cena musical de afrobeat no Brasil vem crescendo cada vez mais com novas bandas e artistas que estão transformando e disseminando a mensagem e o ritmo do nigeriano Fela Kuti. Pioneiros dessa linguagem no país, a Abayomy Afrobeat Orquestra foi a primeira banda a importar o ritmo frenético, misturando ritmos brasileiros e cânticos de candomblé com um instrumental de tirar o fôlego. Originada em 2009 no Rio de Janeiro, a Abayomy formou-se a partir da reunião dos músicos para tocar no primeiro festival Fela Day no Rio. A partir de então, o grupo decidiu criar um projeto que homenageasse Fela tocando clássicos seus, e também para tocar composições autorais, resultando no primeiro álbum do grupo Abayomy, lançado em outubro de 2012 com produção de André Abujamra. Como um culto ao que há de melhor na musicalidade afro-brasileira, o disco é um passeio pelos terreiros do Brasil trazendo todo suingue do afrobeat para as pistas de dança! Para a alegria geral, a Abayomy Afrobeat Orquestra se apresenta nesta edição da Virada Cultural no palco da Barão de Limeira com outros bambas do afrobeat, dub, reggae e muito mais. Digno do nome, já que a tradução de Abayomy no idioma Yorubá significa &#8220;feliz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4944" alt="528283_233135400145114_1628600391_n" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/528283_233135400145114_1628600391_n.jpg" width="720" height="540" /></p>
<p>A cena musical de afrobeat no Brasil vem crescendo cada vez mais com novas bandas e artistas que estão transformando e disseminando a mensagem e o ritmo do nigeriano <strong>Fela Kuti</strong>. Pioneiros dessa linguagem no país, a <strong>Abayomy Afrobeat Orquestra </strong>foi a primeira banda a importar o ritmo frenético, misturando ritmos brasileiros e cânticos de candomblé com um instrumental de tirar o fôlego.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/BBpdZkZejXM" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Originada em 2009 no Rio de Janeiro, a Abayomy formou-se a partir da reunião dos músicos para tocar no primeiro festival <strong>Fela Day</strong> no Rio. A partir de então, o grupo decidiu criar um projeto que homenageasse Fela tocando clássicos seus, e também para tocar composições autorais, resultando no primeiro álbum do grupo <strong><em>Abayomy</em></strong>, lançado em outubro de 2012 com produção de <strong>André Abujamra</strong>. Como um culto ao que há de melhor na musicalidade afro-brasileira, o disco é um passeio pelos terreiros do Brasil trazendo todo suingue do afrobeat para as pistas de dança!</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F2554042" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Para a alegria geral, a <strong>Abayomy Afrobeat Orquestra</strong> se apresenta nesta edição da <strong>Virada Cultural</strong> no palco da <strong>Barão de Limeira</strong> com outros bambas do afrobeat, dub, reggae e muito mais. Digno do nome, já que a tradução de Abayomy no idioma Yorubá significa &#8220;feliz encontro&#8221;, a noite promete ser boa para os aficionados pela musicalidade afro! Você não vai querer perder essa, vai? Então anota aí!<br />
<a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/923333_640501815976327_1635289970_n.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-4943" alt="923333_640501815976327_1635289970_n" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/923333_640501815976327_1635289970_n.jpg" width="658" height="658" /></a></p>
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		<title>II Exposição Em Troca de Arte &#124; Puros Cabrones Tattoo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 13:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Tattoo]]></category>
		<category><![CDATA[II Exposição Em Troca de Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[O que você costuma fazer em um sábado à noite? Geralmente as pessoas saem para beber, dançar, ver os amigos e se divertir. E não foi diferente em Santo André. Quem foi que disse que exposição de artes é algo chato? E que tal uma exposição em formato diferente, onde as obras expostas fossem trocadas entre os artistas? Foi exatamente isso o que aconteceu naquela noite fria de sábado. Com a proposta de promover o escambo artístico e cultural, o estúdio de tatuagem Puros Cabrones Tattoo convidou 28 artistas para a II Exposição Em Troca de Arte. Ao todo participaram os artistas Adoniran Aranha, Aline Torchia, Augusto Batista (Ueny), Carla Rissatto, Carolina Oliveira, Da Cruz, Danilo Roots, Danone HDV, Dhan Eu, Edson Biscaia, Felipe Amorim (Z-MAU), Fábio Tigo, Guilherme Augusto (GAFI), Henrique Tomaz (Rien), Jorge Mitsunaga, João Vitor (PI), Léo Araújo (Neguim), Magda Stella, Monique Peres, Naldo Contreras, Paulo Reis, Paulo Roberto Chilavert, Rafael Cassaro, Rafael Nascimento, Tom Carvalho, Thomas Gonzales e Victor Octaviano. Cada um deles foi  responsável por desenvolver uma tela que ficou em exposição ao longo da festa. A trilha sonora ficou por conta do Dj Rodrigo Silva que fez a galera dançar com clássicos do rap, funk e disco music. E no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Em-troca-de-arte-00.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-4938" alt="Em troca de arte 00" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Em-troca-de-arte-00.jpg" width="860" height="572" /></a></p>
<p>O que você costuma fazer em um sábado à noite? Geralmente as pessoas saem para beber, dançar, ver os amigos e se divertir. E não foi diferente em Santo André. Quem foi que disse que exposição de artes é algo chato? E que tal uma exposição em formato diferente, onde as obras expostas fossem trocadas entre os artistas? Foi exatamente isso o que aconteceu naquela noite fria de sábado. Com a proposta de promover o escambo artístico e cultural, o estúdio de tatuagem <strong><a href="https://www.facebook.com/rafael.cabrones?fref=ts">Puros Cabrones Tattoo</a></strong> convidou 28 artistas para a <strong>II Exposição Em Troca de Arte.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/EM-TROCA-DE-ARTE.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-4940" alt="EM TROCA DE ARTE" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/EM-TROCA-DE-ARTE.jpg" width="885" height="589" /></a></p>
<p>Ao todo participaram os artistas <strong>Adoniran Aranha</strong>, <strong>Aline Torchia</strong>, <strong>Augusto Batista (Ueny)</strong>, <strong>Carla Rissatto</strong>, <strong>Carolina Oliveira</strong>, <strong>Da Cruz</strong>, <strong>Danilo Roots</strong>, <strong>Danone HDV</strong>, <strong>Dhan Eu</strong>, <strong>Edson Biscaia</strong>, <strong>Felipe Amorim (Z-MAU)</strong>, <strong>Fábio Tigo</strong>, <strong>Guilherme Augusto (GAFI)</strong>, <strong>Henrique Tomaz (Rien)</strong>, <strong>Jorge Mitsunaga</strong>, <strong>João Vitor (PI)</strong>, <strong>Léo Araújo (Neguim)</strong>, <strong>Magda Stella</strong>, <strong>Monique Peres</strong>, <strong>Naldo Contreras</strong>, <strong>Paulo Reis</strong>, <strong>Paulo Roberto Chilavert</strong>, <strong>Rafael Cassaro</strong>, <strong>Rafael Nascimento</strong>, <strong>Tom Carvalho</strong>, <strong>Thomas Gonzales</strong> e <strong>Victor Octaviano</strong>. Cada um deles foi  responsável por desenvolver uma tela que ficou em exposição ao longo da festa. A trilha sonora ficou por conta do <strong>Dj Rodrigo Silva</strong> que fez a galera dançar com clássicos do rap, funk e disco music.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Em-troca-de-arte-6.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-4939" alt="II Em Troca de Arte" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Em-troca-de-arte-6.jpg" width="860" height="572" /></a></p>
<p>E no final, chegou o grande momento: <strong>a hora da troca</strong>. Entre telas, traços e sorrisos de amigos, a <strong>SOUL ART</strong> estava presente para registrar como foi divertida essa experiência. Aumenta o som e confira no vídeo!</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/59vAVRLZA8g" height="338" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Jazz na Virada</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 02:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Damaris Angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[No próximo final de semana (18 e 19 de maio) acontece em São Paulo a Virada Cultural, evento que desde 2009 espalha atrações pela cidade durante 24 horas sem intervalos. Dentre os shows escolhidos para este ano, o jazz aparece com destaque na programação. Veja o que vai rolar. No sábado às 18h teremos Zimbo Trio e Daniela Mercury, com o samba-jazz, na Praça Julio Prestes. No mesmo horário, na rua central do Sesc Pompeia, rola uma intervenção musical com os trompetistas  Rob Mazurek, dos EUA e Guizado. Eles estarão presente no mesmo local, às 16h do domingo. À meia-noite na Praça da República, se apresentará com o Soul-Jazz o tecladista Lonnie Liston Smith. Em seguida, no mesmo bat-local você aprecia o jazzista Marcos Vale, e o trio de fusion Azymuth, acompanhado do soulman baiano Hyldon. No domingo também teremos Pharoah Sanders - um dos mais consagrados sax-tenoristas do mundo &#8211; se apresentando às 12h no Pátio do Colégio. No Teatro Municipal, é Eumir Deodato quem se apresenta. Ele tocará o clássico álbum, de 1973, Deodato 2 às 15h. Os loucos por jazz ficarão ainda mais satisfeitos com a programação do Jazz no Sesc, que se empenhou em agradar os amantes do estilo. A unidade do Bom Retiro trará no sábado, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo final de semana (18 e 19 de maio) acontece em São Paulo a <strong>Virada Cultural</strong>, evento que desde 2009 espalha atrações pela cidade durante 24 horas sem intervalos. Dentre os shows escolhidos para este ano, o <strong>jazz</strong> aparece com destaque na programação. Veja o que vai rolar.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/virada_13_GUIA_jazz.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4935" alt="virada_13_GUIA_jazz" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/virada_13_GUIA_jazz.jpg" width="768" height="768" /></a></p>
<p>No <strong>sábado</strong> às <strong>18h</strong> teremos <strong>Zimbo Trio</strong> e <strong>Daniela Mercury</strong>, com o samba-jazz, na <strong><a href="http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/programacao/locais/palco-julio-prestes" target="_blank">Praça Julio Prestes.</a> </strong>No mesmo horário, na rua central do <strong><a href="http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/programacao/locais/sesc-pompeia" target="_blank">Sesc Pompeia</a></strong>, rola uma intervenção musical com os trompetistas <strong> Rob Mazurek, </strong>dos EUA<strong> </strong>e<strong> Guizado. </strong>Eles estarão presente no mesmo local, às <strong>16h</strong> do <strong>domingo</strong>.<br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/ntGPopD4VvQ" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
À <strong>meia-noite</strong> na <strong><a href="http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/programacao/locais/palco-republica" target="_blank">Praça da República</a>, </strong>se apresentará com o<strong> Soul-Jazz </strong>o tecladista <strong>Lonnie Liston Smith. </strong>Em seguida, no mesmo bat-local você aprecia o jazzista <strong>Marcos Vale</strong>, e o trio de fusion <strong>Azymuth</strong>, acompanhado do soulman baiano <strong>Hyldon.</strong><br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/PTf9X6wDSFw" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
No <strong>domingo</strong> também teremos <strong>Pharoah Sanders -</strong> um dos mais consagrados sax-tenoristas do mundo &#8211; se apresentando às <strong>12h</strong> no <strong><a href="http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/programacao/locais/palco-patio-do-colegio" target="_blank">Pátio do Colégio</a>.</strong> No <a href="http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/programacao/locais/theatro-municipal" target="_blank"><strong>Teatro Municipal</strong></a>, é <strong>Eumir Deodato</strong> quem se apresenta. Ele tocará o clássico álbum, de 1973, <strong><em>Deodato 2</em></strong> às <strong>15h.</strong><br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/71BbVGn7YSs" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
Os loucos por jazz ficarão ainda mais satisfeitos com a programação do <strong>Jazz no Sesc</strong>, que se empenhou em agradar os amantes do estilo. A unidade do <strong>Bom Retiro</strong> trará no <strong>sábado,</strong> das<strong> 22h </strong>às<strong> 23:30</strong>, temas de <strong>Wayne Shorter</strong>,<strong> Miles Daves </strong>e<strong> Oscar Peterson</strong> interpretados pelo trio de <strong>Armando Cerqueira, </strong>na <strong>Praça de Convivência</strong>. E no <strong>domingo</strong>, na choperia do <strong>Sesc Pompeia</strong>, às <strong>3h</strong>, rola <strong>Muchachito &amp; Sus Compadres</strong> com participação de <strong>BNegão &amp; Seletores de Frequência.</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/UEbVjud_lPM" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para traçar um bom roteiro, não deixe de conferir a <a href="http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/programacao/" target="_blank">programação completa</a>. Nos vemos por lá!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sou eu ou está tudo rodando?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 15:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniele Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas voltas rápidas no gira-gira ou o deitar depois de doses exageradas, esses são ótimos exemplos da sensação que você sentirá após espiar as loucas &#8211; porém, belas &#8211; fotografias de Pep Ventosa. O artista catalão mostra que é professor na brincadeira de desconstruir e reconstruir imagens, tudo com a intenção de encontrar novas experiências visuais. Suas fotos exibem diversos caminhos a serem explorados, elas instigam o olhar a escolher seu ângulo preferido, ou o conjunto de todos eles. A paixão de Pep pelos clicks começou cedo, com apenas 10 primaveras. As lentes do fotógrafo já passearam pelas cidades mais lindas do mundo, como Paris. Seu processo de criação está mais para um truque de mágica, mas da &#8220;cartola&#8221; saem imagens fragmentadas que lembram mosaicos ou o desenho de uma repentina memória. Apesar da intensidade de movimentos, é impossível enjoar. [+] Informações Pep Ventosa]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas voltas rápidas no gira-gira ou o deitar depois de doses exageradas, esses são ótimos exemplos da sensação que você sentirá após espiar as loucas &#8211; porém, belas &#8211; fotografias de <strong>Pep Ventosa</strong>.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_8.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4914" alt="pep_ventosa_8" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_8.jpg" width="680" height="516" /></a></p>
<p>O artista catalão mostra que é professor na brincadeira de desconstruir e reconstruir imagens, tudo com a intenção de encontrar novas experiências visuais. Suas fotos exibem diversos caminhos a serem explorados, elas instigam o olhar a escolher seu ângulo preferido, ou o conjunto de todos eles.</p>
<p>A paixão de Pep pelos clicks começou cedo, com apenas 10 primaveras. As lentes do fotógrafo já passearam pelas cidades mais lindas do mundo, como Paris. Seu processo de criação está mais para um truque de mágica, mas da &#8220;cartola&#8221; saem imagens fragmentadas que lembram mosaicos ou o desenho de uma repentina memória. Apesar da intensidade de movimentos, é impossível enjoar.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4916" alt="pep_ventosa_12" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_12.jpg" width="680" height="911" /></a></p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4915" alt="pep_ventosa_11" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_11.jpg" width="680" height="516" /></a></p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4913" alt="pep_ventosa_4" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_4.jpg" width="680" height="892" /></a></p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4912" alt="pep_ventosa_2" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pep_ventosa_2.jpg" width="680" height="915" /></a></p>
<p><strong>[+] Informações</strong></p>
<p><strong></strong><a title="Pep Ventosa" href="http://www.pepventosa.com" target="_blank">Pep Ventosa</a></p>
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		<title>Sarau Suburbano Convicto: a palavra traz mudança</title>
		<link>http://soulart.org/artes/sarau-suburbano-convicto-a-palavra-traz-mudanca/</link>
		<comments>http://soulart.org/artes/sarau-suburbano-convicto-a-palavra-traz-mudanca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 12:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Ranieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Social]]></category>
		<category><![CDATA[alessandro buzo]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[sarau]]></category>
		<category><![CDATA[suburbano convicto]]></category>
		<category><![CDATA[tubarao dulixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última terça-feira tivemos a oportunidade de voltar ao número 70 da Rua Treze de Maio, lugar especial para o SOUL ART desde o Dia Mundial do Graffiti. Na rua já vazia lá pelas oito horas da noite, as lembranças da multidão que ocupava o Bixiga no dia 7 de abril, um dia de energia inesquecível. Dessa vez, estávamos lá para conhecer o Sarau Suburbano Convicto, que acontece na livraria de mesmo nome e tem Alessandro Buzo e Tubarão Dulixo como mestres de cerimônia. No segundo andar do prédio que também abriga a DGT Filmes e o Estúdio Traquitana (casa da banda Bixiga 70), os graffitis nas paredes convidam a uma sala repleta de livros, discos e DVDs que dificilmente você encontrará nas grandes redes de livrarias. Ao lado de nomes já conhecidos como Sacolinha, Ferréz e Sérgio Vaz, as estantes exibem novos autores da chamada literatura marginal, como Márcia Tatiane Coimbra, que lançava e autografava seu primeiro livro naquela terça, Versos e Rimas da Noite. Após esquentar a plateia com o som improvisado dos Listras Negras, banda de baixo e bateria formada por Xantilee e Toni Nogueira (que fez ao lado de Buzo o filme Profissão MC), o Sarau [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na última terça-feira tivemos a oportunidade de voltar ao número 70 da Rua Treze de Maio, lugar especial para o <strong>SOUL ART</strong> desde o <strong>Dia Mundial do Graffiti</strong>. Na rua já vazia lá pelas oito horas da noite, as lembranças da multidão que ocupava o <strong>Bixiga</strong> no dia 7 de abril, um dia de energia inesquecível. Dessa vez, estávamos lá para conhecer o <strong>Sarau Suburbano Convicto</strong>, que acontece na livraria de mesmo nome e tem <strong>Alessandro Buzo</strong> e <strong>Tubarão Dulixo</strong> como mestres de cerimônia.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0222.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4905" alt="Suburbano Convicto" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0222.jpg" width="850" height="453" /></a></p>
<p>No segundo andar do prédio que também abriga a <strong>DGT Filmes</strong> e o <strong>Estúdio Traquitana</strong> (casa da banda <strong>Bixiga 70</strong>), os graffitis nas paredes convidam a uma sala repleta de livros, discos e DVDs que dificilmente você encontrará nas grandes redes de livrarias. Ao lado de nomes já conhecidos como <strong>Sacolinha</strong>, <strong>Ferréz</strong> e <strong>Sérgio Vaz</strong>, as estantes exibem novos autores da chamada <strong>literatura marginal</strong>, como <strong>Márcia Tatiane Coimbra</strong>, que lançava e autografava seu primeiro livro naquela terça, <em><strong>Versos e Rimas da Noite</strong></em>.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0111.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4906" alt="Suburbano Convicto" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0111.jpg" width="850" height="540" /></a></p>
<p>Após esquentar a plateia com o som improvisado dos <strong>Listras Negras</strong>, banda de baixo e bateria formada por Xantilee e Toni Nogueira (que fez ao lado de Buzo o filme <strong>Profissão MC</strong>), o Sarau começou a receber os poetas. Homens, mulheres, jovens e veteranos, um a um, declamaram seus versos, fortes, sinceros, cortantes, transformadores. Mesmo quando lúdicos, reais. Compromisso, não viagem.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0198.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4907" alt="Suburbano Convicto" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0198.jpg" width="850" height="565" /></a></p>
<p>Quanto à palavra, a poesia do <strong>Suburbano Convicto</strong> tem flow, tem ciência, tem apetite pelo que é de dentro, e um olhar reflexivo sobre o que é de fora, embasado pelo conhecimento de causa que a periferia traz. <strong>Fábio Boca</strong>, <strong>Rocha Miranda</strong>, <strong>Murilo MC</strong>, <strong>Patrícia Cândido</strong>, <strong>Bruno Marselha</strong>, <strong>José Sarmento</strong>, <strong>James Lino</strong>, <strong>Mano Melo, King Nino Brown</strong> e <strong>Costa Senna</strong>, autores que emocionaram e fizeram pensar. Quanto à comunicação não letrada, olhares fortes, apertos de mão firmes, e uma humildade que desmonta, que produz coletividade.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0170.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4908" alt="Suburbano Convicto" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0170.jpg" width="850" height="475" /></a></p>
<p>No intervalo de uma das apresentações, Buzo anunciou que naquela noite estava sendo comemorado o aniversário de 3 anos do Sarau, completados no dia 4 de maio. Uma data importante não só para os presentes, mas para toda a cidade de São Paulo, social e culturalmente. A relevância do Suburbano Convicto não está só no produto literário, mas na promoção de uma arte com poder de transformar vidas, de educar e dar voz a quem não tem.</p>
<p><a href="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0282.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4909" alt="Suburbano Convicto" src="http://soulart.org/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0282.jpg" width="850" height="535" /></a></p>
<p>Foi uma noite incrível. A receptividade de Alessandro Buzo e Tubarão nos deixou sem palavras. Quase uma semana depois, alguns versos ainda ecoam na cabeça. Tanto que tomei coragem, pela primeira vez, de escrever algumas rimas em poesia, sobre a noite no Sarau. Os poetas, por favor, perdoem a ousadia, ela nasceu apenas da admiração que a arte de vocês despertou. Muito obrigado, em nome do <strong>SOUL ART</strong>, a todos os que estiveram no Suburbano Convicto e contribuíram, cada um à sua maneira, em nossa caminhada.</p>
<h6 style="text-align: center;">Toda terça no Bixiga<br />
Quem passa nem imagina<br />
Se junta uma gente amiga<br />
Que fala através da rima<br />
Se abraçam como irmãos<br />
Se olhando apertam as mãos<br />
Trazem num papel dobrado<br />
O mais urgente dos recados<br />
Um sentimento rabiscado<br />
Assinado: Coração<br />
Enquanto as palavras soam<br />
E os pensamentos voam<br />
Cada verso, um universo<br />
A mente fica a milhão<br />
A poesia é cortante<br />
Olhar forte e sofredor<br />
Conhecimento se aponta<br />
Pra cabeça do opressor<br />
Sala cheia de energia<br />
A humildade contagia<br />
Suburbano Convicto<br />
É o nome da livraria<br />
E também o do sarau<br />
Revolução acontece<br />
Poesia marginal</h6>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/U77hlTh8XMQ" height="338" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: left;">Vídeo: Gabriel Alexandre<br />
Fotos: Priscila Castilho<br />
Texto: Vitor Ranieri</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Promessa para 2013: Lianne La Havas</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 20:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Damaris Angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Folk]]></category>
		<category><![CDATA[jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Lianne La Havas]]></category>
		<category><![CDATA[soul music]]></category>

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		<description><![CDATA[Lianne La Havas. Questionei minha capacidade de apresentá-la enquanto escrevia, extasiada pela voz ao fundo que negava-me o direito de ouvir uma sequer estrofe de Don&#8217;t Wake me Up, sem que fechasse os olhos. Cantora, compositora e multi-instrumentista nascida em Londres, sua voz traz consigo o prazer do jazz, do soul e do folk. Filha de mãe jamaicana, Lianne mistura todos esses elementos com o swing abençoado da ilha. Como um vento frio, sopra palavras enquanto os pelos do corpo desobedecem à gravidade. Embora tenha só 22 anos e tenha lançado seu primeiro disco, Is Your Love Big Enough?, em 2012, Lianne já tem em seu histórico performances com Bon Iver, Alicia Keys e Joss Stone. Sua música e seu sorriso ainda conseguiram conquistar grandes nomes da música, tais como Stevie Wonder, Prince, Erykah Badu e Jill Scott, que se declararam grandes fãs. Indicada em 2011 pela BBC como uma das promessas para 2012, premiada com Álbum do Ano pelo iTunes Best of 2012 e nomeada ao Mercury Music Prize deste ano, a garota está em tour e será grande atração em festivais famosos, como Glastonbury, Isle of Wight, PinkPop, Dia de La Musica, Montreux Jazz Festival, entre outros.   Quanto tempo vocês dão até que ela vire febre aqui no Brasil?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.liannelahavas.com/" target="_blank"><strong>Lianne La Havas</strong>.</a> Questionei minha capacidade de apresentá-la enquanto escrevia, extasiada pela voz ao fundo que negava-me o direito de ouvir uma sequer estrofe de<strong> <em>Don&#8217;t Wake me Up</em></strong>, sem que fechasse os olhos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ERnNcq1pL6Q" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
Cantora, compositora e multi-instrumentista nascida em Londres, sua voz traz consigo o prazer do jazz, do soul e do folk. Filha de mãe jamaicana, Lianne mistura todos esses elementos com o swing abençoado da ilha. Como um vento frio, sopra palavras enquanto os pelos do corpo desobedecem à gravidade.<br />
<iframe src="http://player.vimeo.com/video/24316886" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Embora tenha só 22 anos e tenha lançado seu primeiro disco, <i><a href="https://soundcloud.com/liannelahavas/sets/album-sampler" target="_blank"><b>Is Your Love Big Enough?</b></a>, em 2012,</i> Lianne já tem em seu histórico performances com <strong>Bon Iver, </strong><strong>Alicia Keys</strong> e<strong> <strong>Joss Stone. </strong></strong><strong><br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/-jvOLUqmxKA" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
</strong>Sua música e seu sorriso ainda conseguiram conquistar grandes nomes da música, tais como <strong>Stevie Wonde</strong>r, <strong>Prince</strong>, <strong>Erykah Badu</strong> e<strong> Jill Scott</strong>, que se declararam grandes fãs.</p>
<p><em id="__mceDel"> <iframe src="https://www.youtube.com/embed/TcXl6CDqpvY" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
</em>Indicada em 2011 pela <strong>BBC</strong> como uma das promessas para 2012, premiada com <strong>Álbum do Ano</strong> pelo <strong>iTunes</strong> <strong>Best of 2012</strong> e nomeada ao <strong>Mercury Music Prize</strong> deste ano, a garota está em tour e será grande atração em festivais famosos, como <strong>Glastonbury, Isle of Wight, PinkPop, Dia de La Musica, Montreux Jazz Festival, </strong>entre outros.  <em id="__mceDel"><br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/n5WTvsDCjqU" height="360" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
</em></p>
<p>Quanto tempo vocês dão até que ela vire febre aqui no Brasil?</p>
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