Перед большинством заёмщиков всегда встаёт вопрос, какую организацию-кредитора выбрать? На рынке очень много предложений оформить займ онлайн. Как не попасть на мошенников, с которыми придётся расплачиваться всю оставшуюся жизнь? Конечно, в подобной ситуации лучше всего обратиться к профессионалам: credit-n.ru/zaymyi.html. Именно на этом ресурсе вы сможете получить профессиональную и бесплатную консультацию по всем вопросам займов, микрозаймов и кредита. Именно здесь вам помогут оформить онлайн займ на карту без залога и поручителей в надёжной микрофинансовой компании.

O título sugere um conto de Machado de Assis, referencia literatura de cordel ou refere-se a triste realidade da relação política com a exploração da miséria pela fome?

Todo mundo sabe! Se não há efetivação de políticas públicas e garantias de direitos básicos à população, de acesso a serviços essenciais, inclusive, ofertas estas presentes na nossa constituição, a sociedade se molda de forma excludente, sendo um dos principais fatores da miséria.

Mas afinal, o que o título desse artigo sugere?

Usando a cesta básica como analogia, vamos lá! O Brasil é um grande produtor e exportador de alimentos, certo? As tais commodities… Soja, milho, arroz, tomate, carne bovina, cana de açúcar, café, laranja, e por ai vai… Porém, mesmo produzindo “comida”, não consegue transformar tudo isso em refeição, alcançando números alarmantes de pessoas em extrema vulnerabilidade, retornando recentemente ao mapa da fome mundial.

Fato curioso é que o Brasil gira em torno da cesta básica! Como citamos acima, a macroeconomia brasileira é pautada em produção agrícola, mas de forma micro, o resultado desse país que vende muito, é que não mata a fome de seu povo.

Outro fato, na política tacanha, a principal moeda de troca por votos dos corruptos é justamente a cesta básica ofertada nas comunidades e nos rincões brasileiros. Muitos políticos não estão preocupados em efetivar acesso e equidade social, eles dependem da necessidade da população gerada pela desigualdade social para perpetuar no poder, confundindo o exercício público pelo viés assistencialista.

E é assim o modus operandi de um país que, culturalmente, privilegia os interesses individuais frente às demandas coletivas. Ou seja, de forma macro, “vende a laranja pra gringa e compra o suco para comercialização interna”, metaforicamente, fazendo o povo ficar com o excedente, o bagaço e, pior, tendo que agradecer a eles por isso.

A vida cotidiana segue forjada na cesta básica, contudo, sem o básico, onde grande parte dos brasileiros possuem dificuldade de pagar as contas básicas pra sobreviver, como água, luz e o próprio gás pra cozinhar. Assim, recorrem ao crédito e caem no canto da sereia dos bancos, onde a estratégia simples é tornar o povo endividado, reféns de juros altíssimos, tendo que escolher entre a cesta básica ou a cesta de serviços bancários.

Os 10% mais ricos no Brasil sempre ganharam mais da metade da renda nacional, ou seja, se o país gira em torno da cesta básica, os mais ricos “nem sabem” o que é arroz e feijão sem “mistura”. E os absurdos tupiniquins não param por aí! Sem comida, sem diversão e arte, sem teto… Diversos estudos de urbanismo e impacto social já apontaram que o número de imóveis vazios superam o déficit habitacional brasileiro. Prédios desocupados, casas sem herdeiros, locais públicos obsoletos, enfim, lugares que poderiam abrigar famílias, estão se tornando empreendimentos lucrativos e privados ou sendo consumidos pelo tempo, enquanto o tempo também consome as famílias sem um lar digno, sem o básico para resignificar suas histórias.

E a cesta já não é mais básica, não pela necessidade básica da alimentação, mas pelos altos preços, de volta a inflação! O acesso a determinados itens já fazem parte das escolhas como prioridades, a renda básica é mais uma vez pautada para ofertar o mínimo de dignidade às pessoas. O que nos dá suporte, são as iniciativas populares, ações sociais que tendem a diminuir os impactos da fome, sobretudo nas comunidades dos grandes centros urbanos. As campanhas de arrecadação para distribuição de alimentos, roupas, enfim, o povo sendo o próprio protagonista de suas estratégias de sobrevivência e, infelizmente, o poder público sendo consumido pelos interesses privados.

Quer receber nosso conteúdo?
Receba a nossa newsletter

Receba todas as atualizações da SOUL ART!