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Se você acredita na benevolência do capitalismo, volte quatro casas nesse jogo da vida

Será que o mercado, como bem conhecemos, onde historicamente promove acúmulo, lucro e exploração, adquiriu agora consciência e resolveu promover igualdade e emancipação ao povo?

Atualmente é comum vermos em revistas, na televisão, internet, enfim, nas diversas ferramentas da publicidade, a tal da “representatividade”. Nossa gente preta, nossa música periférica (adaptada), casais de orientação sexual não binária (como e também pessoas trans), o feminismo (liberal, vale lembrar), escritas com X ou E…

Enfim, toda temática aplicada por parte de grupos ativistas, sendo também utilizada pelas grandes marcas e nas principais mídias, com intuito puramente de venda, cultura do consumo, criar novos nichos de mercado e continuar promovendo a manutenção da pirâmide social. A tal escola norteamericana (que já fez muitos adeptos no Brasil e hoje são “formadores de opinião”), vem nessa toada, estão entre nós, pintando de politicamente correto figuras e formas de não romper com a bolha capital.

Devemos estar atentos! Nossa representatividade, por assim dizer, deve sim estar na cultura, na informação e formação (pois não existe essa de formador de opinião, quem forma nossa opinião somos cada um de nós), na história fidedigna contada nas escolas, no cinema, nas denúncias de opressão, nas artes de um modo geral e, principalmente, nas tomadas de decisões, ocupando cargos e atuações sociais onde – historicamente – só víamos a burguesia ocupar, como a medicina, o direito e a política, por exemplo. Ou seja, cair no conto do reality show ou da capa daquela revista que o próprio nome define sua cor, é ouvir o canto da sereia e tornar exitosa essa estratégia capitalista, sútil e sagaz, nos moldes de Cavalo de Tróia!

O que queremos provocar com isso!?

A propaganda quer vender! Não quer emancipar ninguém, representar nada… Ela por si só já é representante e, sinto informar, de tudo que a gente é contra!

A mesma empresa que nos coloca no outdoor e no comercial, nos coloca também no chão da fábrica explorados pela mão de obra, oferecendo aos trabalhadores um salário não compatível com o que é produzido e “benefícios” ofertados com uma mão e puxados com a outra. Além disso, financiam campanhas daqueles políticos que aprovam retirada de direitos trabalhistas, lembram!? Ah! E tem mais… Ao mesmo tempo que propaga esse pseudo ativismo, faz lobby aos congressistas por privatizações e sucateamento de serviços públicos essenciais (sobretudo aos mais pobres), para que assim, ela mesma ofereça nossos direitos privados em forma de acesso pelo dinheiro… Não é nada pop!

E por fim, deixa eu te contar uma coisa… Certa vez, quando veio a tona na mídia que uma grande loja de departamentos tinha ligação com trabalho análogo a escravidão, de “hermanos” aqui da América do Sul, a única preocupação das agências de propaganda e da empresa envolvida, era pensar numa saída, uma forma de não atingir o valor da imagem que a loja possuía na sociedade. Como eu sei disso? Eu estava lá. O que eu fiz? A gente se mantém em lugares e com pessoas que condiz com o que acreditamos de fato. Sendo assim, vazei! Mas, nem sempre isso é possível, afinal, temos contas a pagar e a engrenagem da exploração gira sem brechas e a todo vapor, dificilmente promovendo a nossa ruptura dentro desse sistema imposto e exposto.

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Sobre o autor

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Thiago Almeida é educador social. Bacharel em Comunicação Social, especializado com pós graduação em planejamento estratégico e Gestão integrada. Militante antimanicomial, ativista social e da política de redução de danos. Membro do Fórum Popular de Saúde Mental do ABCDMRR. Redutor de danos com vivência e estudos em países latino-americanos. Atua na saúde mental com criança, adolescente, adultos e pessoas em situação de vulnerabilidade social há aproximadamente 10 anos. Dedica-se à pesquisas, leituras e práticas pautadas em Saúde Pública, nos Direitos Humanos e na clínica psicanalítica voltada ao Acompanhamento Terapêutico, somado a multidisciplinaridade do audiovisual para fins terapêuticos (fotografia e cinema).

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