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Uma breve análise da cidade como oferta ao cidadão.

Quem vive a cidade é considerado cidadão. A definição geral de cidadão nos trás que, trata-se de um indivíduo que usufrui de direitos garantidos pelo Estado e desempenha deveres que, nesta condição, também lhe são atribuídos.

Mas, afinal: a balança do usufruto dos direitos desses cidadãos é equilibrada aos deveres que nos impõe?

Já sabemos a resposta, de qualquer forma, queremos trazer um exemplo pontual para essa reflexão:

Porque o transporte público só funciona, com máximo empenho, no horário habitual ao trabalho?

Esse fato nos sugere que o cidadão é visto – com mais importância – à função de trabalhador e trabalhadora. Mesmo necessitando do mesmo transporte para ter acesso ao lazer, a cultura, a educação, a saúde (numa emergência noturna). Enfim, não lhe é oferecido esse usufruto de locomoção se não for no período que a cidade funciona (ou preços a desses) de forma primordial, para o trabalho e o consumo.
E somado a isso, passam-nos a ideia do cidadão e da cidadã de forma individual, não pertencente a um coletivo ou com elementos diversos que compõe esses sujeitos.

Há certa urgência de discutirmos de fato e pensar/propor ações pra uma cidade como oferta

Então na realidade, podemos afirmar que esses cidadãos só são enxergados como trabalhadores e consumidores? Não existe outras demandas que compõe a vida dessas pessoas?

Sim, existe! E há certa urgência de discutirmos de fato e pensar/propor ações pra uma cidade como oferta. Tais como, sobre a configuração urbanística, como a composição geográfica e a lógica capital, sobretudo, nas variadas características e anseios desse cidadão, torna a cidade funcional para alguns interesses que, podemos destacar aqui, não estão à disposição do cidadão como um todo, com suas demandas diversas, mas com funções e necessidades específicas.

É fato! A centralização excluí à população periférica da maioria das ofertas, bem como a gentrificação e o turismo segregacionista, a especulação imobiliária, a elitização cultural e a higienização social também nesse balaio.

Seja do próprio trabalho, das ofertas culturais, do acesso ao cuidado em saúde, de eventos variados promovidos preferencialmente nas regiões centrais, em síntese, não só vemos a necessidade de descentralizar como também de oferecer aproximação democrática entre cidadão e a cidade.

E “pra a gente sair da lama e enfrentar os urubus”, devemos escancarar

Quem é esse cidadão, essa cidadã? De quem estamos falando? Qual a cor da sua pele? Sua classe social? Qual sua participação na construção da cidade e qual a participação da cidade na construção desses? Como pode ser justa e igualitária? Horizontal e plural na vida desses cidadãos? Como é pensada para as mulheres? Para as mães? Aos pais? As famílias nas variadas configurações? Como é a oferta pra infância e juventude? E aos idosos? A cidade não é mulher? Não desenvolve e envelhece? A cidade só trabalha e trabalha sem condições e garantias? “A cidade não para, a cidade só cresce. O de cima sobe e o de baixo desce”?

Sendo assim, é de suma importância efetivar políticas públicas pra garantir e mapear esse cidadão composto, reafirma-lo e trazer esse cidadão para a escuta (para o Centro, simbólico e literal), para resiginificar sua ótica do cotidiano, pra construir a sua cidade, decidir sobre essa relação e interação do cidadão para com a cidade e vice-versa. Afinal, qual a função do cidadão na cidade e qual a real finalidade desta na vida do cidadão comum?

Repensar a cidade é urgente, desenvolver uma oferta plural e democrática é pulsão de vida e necessidade de todos.

 

Thiago Almeida escreve para a SOUL ART toda terça-feira. Confira outros textos dele clicando aqui.

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