Перед большинством заёмщиков всегда встаёт вопрос, какую организацию-кредитора выбрать? На рынке очень много предложений оформить займ онлайн. Как не попасть на мошенников, с которыми придётся расплачиваться всю оставшуюся жизнь? Конечно, в подобной ситуации лучше всего обратиться к профессионалам: credit-n.ru/zaymyi.html. Именно на этом ресурсе вы сможете получить профессиональную и бесплатную консультацию по всем вопросам займов, микрозаймов и кредита. Именно здесь вам помогут оформить онлайн займ на карту без залога и поручителей в надёжной микрофинансовой компании.

Há pouco tempo chegou a nós uma bela história (da tal resiliência que tanto ouvimos), que vale dividirmos essa experiência com o maior número de pessoas possíveis, para gerar identificação com o ocorrido e, também, quem sabe, uma ruptura (ou crítica) com o estado atual de quem ler.

depressão
Iremos falar de Suzana (nome fictício) que jamais se viu num quadro de depressão, tinha até uma opinião avessa, dizia que “era frescura pra chamar atenção, que bastasse se esforçar”. Porém, percebeu seu equívoco da pior forma possível, caindo num quadro depressivo importante.
Suzana sempre foi cheia de vida, bastante social e sociável. Trabalhava, estudava, namorava, enfim, uma vida bastante movimentada aos seus vinte e poucos anos. Porém, após um período de desemprego (depois, uma mudança de ramo) e algumas variantes em seu cotidiano, Suzana se percebeu abatida e sem vontade de realizar pequenas ações, como por exemplo visitar amigos ou fazer sua habitual caminhada.

E assim, Suzana conheceu a tal da depressão

Foi orientada a buscar várias ajudas, no campo da saúde e até espiritual. Entretanto, Suzana estava muito abatida e parecia que nada lhe fazia sentido. Teve até pensamentos de auto violência, como romper com a vida. Enfim, seu sofrimento era tão profundo e os gatilhos tão sutis que, muito pouco ou quase nada tirava Suzana daqueles sintomas.
Suzana era filha de músicos, já havia estudado teclado e violão, mas não seguiu adiante como hobbie ou profissão (como seu pai que atuava no ramo de eventos). Porém, orientada em terapia, num certo momento, onde já se via afastada de seus compromissos e ora reclusa do convívio social, Suzana começou a escrever alguns textos, pensamentos, canções e a dedilhar seu velho teclado. Era bem difícil, quase sempre não tinha motivação, contudo, aproveitava alguns dos raros lampejos e produzia algo.
depressão
Certo dia, alguns amigos foram lhe visitar (Suzana negava visitas e pouco saia de casa, mal falava de como estava, porém, comentou com duas amigas, que essas tomaram iniciativa de promover esse encontro).
Na ocasião, como um dos amigos de Suzana era músico, resolveu apresentar algumas das canções que havia escrito nesse período de catarse. Os amigos ficaram extasiados e logo gravaram um vídeo, com intuito de postar nas redes sociais.
Algum tempo se passou e Suzana havia timidamente retomado à algumas atividades habituais e estava num processo de altos e baixos, onde já considerava uma melhora. Nesse período, a canção gravada pelos amigos de Suzana chegou a produção de uma banda conhecida nacionalmente que, entraram em contato com ela para negociar uma gravação por esse conjunto.
depressão

Resumindo e indo ao finalmente…

Suzana, através da doença despertou algo que jamais havia pensado (mesmo sendo algo tão presente em sua vida), que foi se doar a música. Assim, se dedicou mais a escrever e compor, ensinar o que sabia em projetos sociais e a realizar algumas apresentações pontuais com seu pai ou eventos diversos.
Esse fato serve para percebermos que, muitas vezes, a doença e a cura pode estar de braços dados. Que um momento de sofrimento mental, como a depressão, pode gerar potência ou reflexão, uma nova visão, para alguns dos nossos fatos históricos, que agravos no campo biológico podem reformular hábitos do cotidiano e que todo sofrimento pode ou deve ser um processo de cura e constante transformação e evolução.

depressão

Sim! No caso de Suzana foi necessário um processo medicamentoso e uma intervenção psicológica, porém ela (assim como todos nós) é um sujeito singular, uma pessoa com sua própria história e não há uma receita de cura igual para todos. Houve também um contato com seu próprio sofrimento, fora importante a busca de informação e aceitação do fato, o vazio que deveria e poderia ser preenchido. Poderia? Que vazio é esse? Percepção!
Assim, entendemos que a doença pode se apresentar (ou nos apresentar) a um processo de cura, dela mesma ou de algo que estava “fora” do nosso conhecimento, mas dentro da gente. Permite-se!

Quer receber nosso conteúdo?
Receba a nossa newsletter

Receba todas as atualizações da SOUL ART!