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Alguém já ouviu falar da obra O Alienista, de Machado de Assis? Vou explicar a importância da luta antimanicomial por meio dessa história literária.

O Alienista

“Torrente de Loucos”: ilustração de Candido Portinari para o livro O Alienista (1948)

Em resumo, na obra O Alienista um médico psiquiatra chamado Dr. Bacamarte cria um conceito do que é um comportamento normal pra sociedade, assim, tudo que ele acredita não ser aceito como normal deve ir pro manicômio que ele construiu na cidade.

Ele começa prender as pessoas com sintomas de loucura e vai ali ampliando o que está “fora da normalidade”. Assim, acaba trancafiando até quem tem questões com sono, sendo considerado anormal por ele.

Ilustração de Candido Portinari para o livro O Alienista (1948), que figura a capa do livro.

Por fim, (com o perdão do spoiler), o Dr. Bacamarte percebe que a tal anormalidade é um comportamento social e na verdade, ele sim é o diferente da sociedade tão plural. Com isso, se diagnostica como louco e se interna pra sempre.

Bom, quisera nós que os que hoje querem tirar o direito das pessoas em acessar a saúde de forma gratuita e se tratar em liberdade com dignidade, se considerassem “anormais”, mas não precisasse se trancar, porém renunciar e acabar com essa era de desmandos e atrocidades.

 

Autor do livro O Alienista, Machado de Assis é primeiro escritor negro da Academia Brasileira de Letras.

PRA ENTENDER O PORQUÊ!

Hoje quem está no comando da saúde do país são os donos de convênios, de hospitais particulares, no caso da saúde mental e uso abusivo de álcool e outras drogas, os donos das clínicas de internação, das comunidades terapêuticas e etc. Ou seja, eles enfraquecem e sucateiam o acesso a saúde para só restar uma opção: O próprio negócio lucrativo deles, a tal da oferta e demanda. A saúde NÃO pode ser considerada mercadoria!

Por fim, entendemos que a verdadeira loucura nessa sociedade tão desigual é não sermos anticapitalistas.

Leia o primeiro e o segundo artigo que compõem essa série sobre a luta antimanicomial.

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Thiago Almeida é educador social. Bacharel em Comunicação Social, especializado com pós graduação em planejamento estratégico e Gestão integrada. Militante antimanicomial, ativista social e da política de redução de danos.
Membro do Fórum Popular de Saúde Mental do ABCDMRR. Redutor de danos com vivência e estudos em países latino-americanos. Atua na saúde mental com criança, adolescente, adultos e pessoas em situação de vulnerabilidade social há aproximadamente 10 anos. Dedica-se à pesquisas, leituras e práticas pautadas em Saúde Pública, nos Direitos Humanos e na clínica psicanalítica voltada ao Acompanhamento Terapêutico, somado a multidisciplinaridade do audiovisual para fins terapêuticos (fotografia e cinema).

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