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De um modo geral, quando pensamos numa comunicação de forma assertiva, é extremamente necessário (para dirigir-se a qualquer público), a compreensão prévia de todo contexto que envolve aquele determinado alvo da mensagem. Ou seja, entender a história, formação social, cultural, preferências, enfim, juntar uma variada gama de características sobre o público a ser impactado pela mensagem, para garantir que a compreensão recebida/obtida seja eficaz e faça muito mais sentido (lembrando aqui dos elementos da teoria da comunicação, sobre o emissor, a mensagem, o código, o receptor, o canal, enfim, um ciclo de compreensão nessa relação de se comunicar, entender e compreender o outro).

Para se comunicar com a pessoa autista não é diferente! Todos estão inseridos em um contexto social, com características históricas e econômicas que influenciam em suas vidas diretamente, somado é claro, as especificidades do espectro autista. Com isso, deve-se atentar a necessidade de adaptação dessa mensagem já dirigida, ou seja, forjar toda essa comunicação já pensada naquele sujeito social, entretanto, com traços de inclusão e respeito as suas subjetividades.

Abaixo, veremos uma breve lista de elementos como sugestão para compôr uma comunicação dirigida ao público TEA:

• Gestos, símbolos e ícones:
Numa comunicação interpessoal ou representativa, o emprego de ilustração ou exemplos do que queira se falar, será extremamente importante para adquirir co-relação e vínculo ao público TEA.

• Literal (mensagem clara e direta):
A analogia, pressupostos e subentendidos nem sempre será uma boa forma de se comunicar com um autista. A forma evidente e sem “firulas”, garante uma maior assertividade na mensagem (mas, é claro que não falamos aqui sobre capacidade individual de interpretação. Mensagem direta não é subestimar o emissor, pelo contrário, é entender que quanto mais específico for, melhor será para a narrativa).

• Narrativa (comunicação linear):
O famoso começo, meio e fim! Uma abordagem temporal e fluída, dialoga muito bem a pessoa com TEA, pois garante uma maior compreensão e desperta interesse pelo foco continuo.

• Afeto e interesse na abordagem:
Muitos pensam que, devido a necessidade da comunicação com TEA ser mais dirigida, precisa – necessariamente – ser “dura”. Não! O afeto e o envolvimento na abordagem fará toda diferença. Explorar o emprego de sentimentos, sensações, expressões e emoção será (sempre) extremamente rico na comunicação dirigida ao público TEA.

Meios de comunicação e o público TEA

Mas afinal, como a sociedade pode oferecer meios de comunicação focados na comunidade autista? E mais, na pessoa com TEA, seus familiares e rede de apoio? E assim, como o autista pode então se reconhecer nessa comunicação?

Diariamente, somos bombardeados por diversas formas e meios de comunicação: Revistas, televisão, internet, nas redes sociais, nos outdoors, placas, sinalização, conversas, enfim, é tanta coisa, tanta informação e formatos que muitas vezes, não dá pra acompanhar, certo? Porém, o desafio aqui é: Se cada pessoa tem seu repertório e peculiaridades, como uma mesma mensagem pode ser dita de maneiras diferentes para pessoas diferentes?

Vamos lá! A ideia de nos comunicarmos como método e conceito, não muda (e nunca mudará). Como citamos acima, resumidamente, o princípio e finalidade da comunicação sempre será assim: Emissor, mensagem e receptor! Precisamos somente compreender o seguinte, como será a mensagem desse emissor ao receptor específico? A pessoa autista?

No caso do TEA, trazemos aqui essa provocação, ou seja, um desafio pra pensarmos em estratégias onde a pessoa autista é o público alvo, um nicho, não só de mercado, mas um ser social. Afinal, geralmente quando a comunicação tem a finalidade de oferta por demanda, se torna dirigida pra vender, isso é um fato. Contudo, a sociedade deve encarar todas as pessoas (inclusive a comunidade autista) não só como consumidores, porém como sujeitos de direitos, que precisam de acesso e cidadania, fazer parte de fato do contexto e desenvolvimento da sociedade, precisamos falar de pertencimento!

A oferta de comunicação social, como o próprio nome sugere, vai pra além dos fins terapêuticos, como por exemplo: Placas de sinalização, comunicação alternativa, orientação por rotina, etc. Temos aqui a finalidade de pertencimento, das relação sociais, promoção de autonomia, enfim, como projeto de vida para as pessoas com TEA, onde elas necessariamente, ditam como será essa comunicação social.

Afinal, quais são as características da pessoa com TEA que necessitam tanto de uma comunicação específica?

Antes de responder essa pergunta, filosoficamente questiono: Quem é que não precisa de uma comunicação dirigida ou adaptação? (Eu mesmo estou utilizando óculos para escrever e ler esse texto)

No autismo, há características em destaque importantes, assim para qualquer público e contexto! Podemos citar algumas – não generalizadas – mas, presentes no TEA, como: A sensibilidade e percepção de cores, hipersensibilidade sonora, movimento contínuos, figuras de linguagem, repetições, características regionais/culturais que são interpessoais e subjetivas, formas ou apresentações de figuras, enfim, com o público autista, assim como qualquer público, o entendimento e as adaptações sempre serão necessárias para obter assertividade.

“O autismo é um tipo de transtorno de desenvolvimento que traz dificuldades na capacidade de comunicação e interação de uma pessoa”.

Costumo NÃO concordar com essas definições! Afinal, de quem estamos falando nessa frase acima? Seria somente do autista? Se como vimos e sabemos, a comunicação se dá por uma mensagem transmitida de um emissor para um receptor, entende-se que a “dificuldade” são de ambas as partes, caso não haja entendimento ou ruído, a mensagem em si é o fator determinante de ligação dessas pontas. Resumindo, podemos afirmar que não é o autista que possui dificuldades na comunicação, mas a sociedade como um todo que possui (e muita) dificuldade em se comunicar com o autista, ou seja, com um formato – digamos – não convencional ao dito “padrão normativo”.

 

Sempre repito: sem parâmetros, não há escolhas!

Quanto mais possibilidades de comunicação, de abordagens, meios diversos, formatos e técnicas, maior será a amplitude de atingir variados públicos. E mais! Quanto maior for a capacidade de conhecermos a quem iremos dirigir a comunicação, mais assertiva ela será.
Vemos recentemente as sessões de cinema e estádio de futebol (como o do Corinthians) com ofertas adaptadas, na ambiência geral, seja no clima, som, iluminação, enfim, toda atmosfera pensada a partir das características da pessoa com TEA. Há uma variada oferta de séries e filmes cujo o tema de enredo e atores são ou representam o universo do autista, enfim, esses são alguns exemplo de como a comunicação de forma ampla e de massa pode ser dirigida e dialogar com toda comunidade autista.

Quanto mais falarmos de inclusão, maior será o impacto na convivência com as diferenças e pluralidade social, seja quem ou qual for a necessidade, devemos construir uma sociedade pra todos, onde cada um sinta-se no pertencimento, esteja incluído e não excluído das relações e participação social. “Nada sobre nós sem nós”! Antes de pensar nos meios e emissão da mensagem, querer saber a melhor forma de comunicação social para alguém com TEA ou sua rede de apoio é: Perguntar a eles e construir com eles… Essa é a receita de sucesso!

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