Перед большинством заёмщиков всегда встаёт вопрос, какую организацию-кредитора выбрать? На рынке очень много предложений оформить займ онлайн. Как не попасть на мошенников, с которыми придётся расплачиваться всю оставшуюся жизнь? Конечно, в подобной ситуации лучше всего обратиться к профессионалам: credit-n.ru/zaymyi.html. Именно на этом ресурсе вы сможете получить профессиональную и бесплатную консультацию по всем вопросам займов, микрозаймов и кредита. Именно здесь вам помогут оформить онлайн займ на карту без залога и поручителей в надёжной микрофинансовой компании.

Muito além de canções, vamos falar da tal Repetição!?

Senta aí, pega uma xícara grande de café, pois iremos falar de um tema da psicanálise de forma bem tranquila, pra instigar curiosidade, um conceito muito interessante, inclusive. De certo que você já sabe e pratica, só não sabe que sabe e só não percebeu ainda que faz! Calma aí, contínua lendo…

Estou falando sobre a Repetição! Isso mesmo.

Não! Você não tem o “gênio” da sua mãe e se comporta como seu pai por coincidência, ou então, por que “puxou a eles”. Afinal, aquilo que não queremos lembrar, a gente acaba repetindo, não é Sigmund!?

Na teoria freudiana, também presente em outros pensadores (inclusive Lacan considera um dos pilares fundamentais da psicanálise), a Repetição é algo que acessa experiências traumáticas, para buscar (ou não) uma compreensão e elaborar nossa história. Entretanto, não é necessariamente algo bom, por assim dizer, afinal somos tomados pelo inconsciente e daí vem o início desse artigo, onde podemos estar imersos a Repetição e mal percebermos ela.

Repetir nossa história como pulsão de morte, ou pior, apelarmos para a negação (outra teoria de Freud), dificultando ainda mais essa ruptura com traumas da nossa própria vida e contexto, algo que podemos até não considerar como um mal evidente, porém, que nos afetou e conduz nossa jornada, como efeito dominó, causando danos aos nossos filhos e netos (sugiro também a leitura do artigo sobre Sujeito Núcleo Catalizador).

Você culpa seus pais por tudo!? Isso é um absurdo!

A canção está corretíssima! É errôneo mesmo culpabilizar a geração passada pelo dano singular de hoje, pois somos vítimas da nossa história assim como nossos pais foram vítimas das suas. A Repetição pode ser entendida como analogia, a um “Karma”. Ou seja, viver e reviver a história até perceber, entender, elaborar, aceitar e romper com essa lógica (ou não). Até lá, boa sorte! Haja viagem ao inconsciente, haja analise e sofrimento, viu!? Desculpa a sinceridade!

É como fazer café! A gente repete e repete o ato de jogar água quente sobre o pó, até perceber que já foi o suficiente. Se pouco, fica forte, se muito, enfraquece.

Certa vez, chegou a mim a história de um rapaz que não conseguia deslanchar nos estudos e, principalmente, na carreira profissional. Colocava a culpa em tudo e em todos, porém, mal percebia que sua condição estava atrelada diretamente à história de sua mãe. A genitora do jovem concluiu os estudos de forma tardia e o desejo profissional dela, em ser autônoma, ficava sempre no campo do desejo pelo desejo. Isso sem falar em outras formatações da vida, tão semelhantes entre essa mãe e esse filho, como por exemplo o casamento, afeto e acesso ao sofrimento alheio, no caso dos filhos e cônjuge, entre outras características.

E aqui tudo se mistura mesmo, por exemplo, podemos até pensar em outra possibilidade, em outra teoria freudiana para suportar todo esse encargo emocional. A Sublimação, como exemplo! Pegando o gancho dessa história acima: Imagine verbalizarmos que não estamos nem aí ao sofrimento do outro? Quem não nos toca de jeito algum ver alguém sofrer por consequência de nossos atos? Não é socialmente aceito, certo!?Ainda mais se essas vítimas forem nossos próprios entes. Porém, dizer que já não sofremos mais e não carregamos culpa em presenciar sofrimento alheio, que não se deve “romantizar” o cuidado (palavra bastante usada atualmente), aponta outra palavra da moda, a tal resiliência, daí sim, soa-se bem aos ouvidos e ao nosso suporte emocional interno, entende!?

Voltando a mãe e ao filho…

Mas então, esse rapaz se sabotava de forma consciente? Claro que não! Tinha entendimento da história e escolhas de sua mãe!? Com certeza tinha. E por que repetia esse mal? Aqui está o nó da Repetição, justamente: O porquê! Por qual motivo ou necessidade nós nos colocamos na condição quase que alienante da Repetição? Queremos nos vingar da própria história? Ficar perto e reviver pelos pais toda essa via sacra? Já que fomos vítimas, agora seremos algozes? Criar como Joseph Campbell a nossa própria jornada de herói?

Quem nunca ouviu a frase “quem vive de passado é museu”? Na verdade, não é só o museu que vive o passado, mas todos nós vivemos e repetimos ele, em um museu de grandes novidades, de novo e tudo de novo.

Enfim, se não tomou seu café enquanto lia, fraco ou forte, ele já esfriou!

Quer receber nosso conteúdo?
Receba a nossa newsletter

Receba todas as atualizações da SOUL ART!