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Reflexões sobre a relação entre música e infância na formação de seres humaninhos

música e infância

Começo esse artigo com um desafio saudosista! Duvido dê-o-dó se você não cresceu ouvindo Balão Mágico, Trem da Alegria ou similares! Teve também aquela Boy Band anos depois que eu sei… Até um pouco mais velho ou velha, curtiu os tais grupos e músicas das coreografias ou dos passinhos! Sei que sabia de cor e salteado a canção de abertura daquele desenho ou série favorita. Por conta da música, você moldou seu estilo, amigos, penteado, rolês e até aparência, não foi!? A escova e o pente eram (e são) microfones, assim como o chuveirinho na hora do banho! E hoje em dia, se caso for mãe, pai, tio ou tia coloca na TV ou celular aqueles desenhos musicais para “seus pequeninos”.

Enfim, não é só nos baldes, nas tampas de panelas ou com as canetas sobre a carteira na época da escola que a música acontecia na infância e adolescência, ela está presente de várias formas, pois a vida é musical, como num videoclipe… Assim disse aquela famosa música: “a juventude é uma banda numa propaganda de refrigerante”! Desde manhã pra acordar ou nas canções de ninar, música em doses homeopáticas ou para sacudir a estrutura.

Se quiser agora, pare por um instante de ler este artigo e dá um play na canção que veio a sua mente nesse momento. Coloca lá, eu espero aqui…

Bom, vamos manter o foco! Esse artigo dará destaque pra música como instrumento de aprendizagem!

A música com viés pedagógico é algo fascinante, possibilitando aplicação e adaptação em várias abordagens, das mais diversas disciplinas, por exemplo: Aos mais pequenos, a música no desenvolvimento da fala e escrita, no reconhecimento de si e do outro, no convívio social, na clássica musicalização dos feitos e momentos (música pra escovar os dentes, para a hora do lanche, canção pra chegada ou despedida, etc…).

Aos maiores, letras internacionais para as aulas de inglês e espanhol. Discussão, interpretação textual e contextual em português e história! A métrica, ritmo e numeração em matemática. Na educação física, a dança! Em geografia e sociologia, a própria contextualização da letra, intérprete com o período (ano) da canção e fato histórico exposto…

Enfim, são tantas as possibilidades que poderíamos listar aqui mais e mais formas da música estar presente para fins pedagógicos e na estratégia didática. Contudo, também – pra todas as idades – a aprendizagem no FAZER música, na própria música como matéria, deveria ser algo habitual em nossa formação! Onde aqui, podemos também desenvolver variadas habilidades e competências, como: A coordenação fina e motora, aflorar o lado lúdico e criativo, percepção espacial, trabalho em equipe e convívio social, falar em público, respiração e movimento corporal, além da possibilidade direta de aprender um instrumento de aptidão, ou o próprio canto e trilhar um hobby ou carreira, quem sabe!?

Quando a música se torna material para educadores, as ações são infinitas, pois possibilita falar de temas sociais pertinentes e atuais de suma importância, como: Preconceito, respeito e igualdade! Por meio da música, conseguimos abordar assuntos de forma direta com os jovens, transformando aulas em experiências capazes de desenvolver o cidadão e influenciar positivamente numa nova formação de sociedade. Além de sair do padrão convencional do “nuca atrás de nuca”, do “copiar o quadro negro antes que apague” e do papel do professor(a) no saber absoluto (afinal, se caso na turma houver alguém que toque um instrumento ou canta/conhece aquela letra proposta, a aula se torna mais rica e a troca de saberes mais fidedigna e horizontal).

música e infância

A presença da música na infância e juventude, garante uma linguagem tão potente quanto as demais áreas do conhecimento. Tanto “sozinha” como combinada ao lecionar matérias, com a música podemos até equalizar um grupo de alunos no processo de aprendizagem, respeitando cada tempo, cada desenvolvimento cognitivo, participação, cada método e limite pessoal de compreensão daquilo exposto.

Assim, como numa composição ou arranjo, independente do estilo ou melodia escolhida, que sejamos música uns para os outros! E o conceito de nota seja pelo tom e não pelo mérito. Afinal, a música é universal, potente e transformadora.

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