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Como pais ou educadores, a nossa função vai muito além de transmitir um conteúdo determinado. Educar não é podar inteligências, ou terceirizar essa relação, pelo contrário, é fazer o outro mais preparado para ser, de fato, quem é.

Ela engloba o desafio de aceitar o outro como ser individual e único que lapidará dentro de si, ao seu modo, o conteúdo que lhe for transmitido. Mas ser individual não quer dizer individualista, pois somos coletivos e estamos inseridos nas relações sociais variadas. Tudo gera conhecimento, tudo transforma!

Essa breve introdução é pra resgatarmos o tema central do artigo passado e citar Freire quando afirma que “seria uma atitude muito ingênua esperar que as classes dominantes desenvolvesse uma forma de educação que permitisse às classes oprimidas perceberem as injustiças sociais de forma crítica”.

Vejamos pelo exemplo na pandemia do covid-19 aqui no Brasil, o fenômeno da negação também esteve presente nas periferias brasileiras, sobretudo, nas grandes capitais. E porque queremos destacar a negação também presente nas classes menos favorecidas em paralelo a negação da classe dominante? Para além dos ataques e da troca de porquês, se faz necessário uma reflexão para trazer luz e entendimento a esse fenômeno.

Percebemos que, se a classe dominante apresenta discurso de negação a todo contexto social atual é porque, na realidade, essa dinâmica não lhe pertence, ou seja, não é a negação pelo instrumento da psiquê ligada ao mecanismo de defesa, é simplesmente uma constatação de sua ótica de realidade como resposta pra manutenção do que convém, ela não nega, ela afirma. Ela quer que o trabalhador continue pegando transporte lotado, pois sem a mão de obra a classe dominante não suporta, não se sustenta.

Agora entendemos que quando há negação apresentada na sociedade geral, onde se vive as mazelas latentes, seja de média a alta complexidade, aí sim temos esse suporte de não aceitação da realidade traumática como defesa. Mas, o que gera isso? Porque vemos as pessoas aceitarem ou negarem (e defender, inclusive) tanto impacto social ruim de variadas formas em suas vidas?

Defendemos a tese que essa aceitação passiva, a negação de todo contexto de opressão, está ligada a não perspectiva de saída, das possibilidades, ou seja, sem parâmetros não há escolhas. Com isso, a negação gera uma certa zona de conforto para suportar tanta violência, seja ela sistêmica ou das instituições que regem a vida cotidiana.

Falar sobre esperança e propor possibilidades de ampliar nosso olhar sobre o cotidiano, é uma das ferramentas que precisamos nesse momento, é aí que entra a educação libertadora. Pois, ela possibilita enxergarmos para além do que se vê, ofertando senso crítico e questionador. Paulo Freire dizia que o professor deveria ser sensível à história de vida dos alunos, seu contexto social, resgatando seus sofrimentos, mazelas e cicatrizes. A partir dessa vivência, o conhecimento seria construído de forma horizontal.

Assim, podemos afirmar que mais do que nunca a educação libertadora será nossa força transformadora para um novo ciclo, pois ela não aceita, ela questiona, ela participa, ela reage e em tempos de tantas mensagens, seja por aplicativos de celular ou outros meios, precisamos sair da passividade e confrontar as informações, sair da zona de conforto e buscar além do que é passado, para construirmos um novo cenário de possibilidades.

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