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Essa história é sobre uma busca de si, saúde mental, artimanhas e peças da vida, sobre surto. É sobre os casos do acaso.

O relato abaixo é baseado em uma busca de si. Preservamos os nomes, locais, tempo… Mas, todo enredo foi vivido tristemente por Marcos.
Marquinhos, como assim era chamado desde muito cedo, vivia em São Paulo. Nascido e criado na Bela Vista, filho mais novo de três irmãos. De família de classe média, nosso personagem sempre foi curioso, “diferente” e questionador. Estudou em boas escolas, se especializou na área da informática. Marcos não teve grandes sofrimentos importantes até o início da vida adulta.
Bem, até o início da vida adulta, pois assim que completou 20 anos, Marcos percebeu algo diferente consigo. Ele começou a ouvir vozes, ruídos, comandos, ter visões e pensamentos persecutórios. Achava habitual alguns episódios de visões quando criança, porém, os anos se passaram e as alucinações aumentaram.
Aos 21, conheceu a palavra surto na prática, onde gerou algo que jamais havia vivido, uma espécie de lapsos de memória e apagões.
Marcos, buscou tratamento medicamentoso e também resolveu investigar sua história, se auto conhecer em terapia. Ele sempre percebeu-se diferente dos demais irmãos, seja no tom da pele ou outras características importantes, contudo, como sua mãe sempre dizia: “ninguém é igual a ninguém, Marquinhos”.
Não mesmo! E Marcos era mesmo diferente. Tão diferente que não sossegou com essa dúvida e muitas coisas apareceram no setting terapêutico. Logo colocaram Marcos no campo da esquizofrenia, um diagnóstico importante que conduziu os cuidados de Marcos de forma significativa e, por isso, até seus questionamentos originais ficaram como fato sintomático persecutório.
Passou-se algum tempo e a mãe de Marcos teve um agravo severo de saúde, onde a colocou numa condição acamada. Já idosa e sentindo-se cada vez pior, sua mãe resolveu abrir o jogo e dividir com Marcos que, de fato, ele havia sido adotado ainda bebê. Por incrível que possa parecer, ele não ficou surpreso, na verdade, ficou aliviado, de certa forma já esperava, afinal, sua desconfiança era real. Sua mãe pediu encarecidamente que Marcos não fosse atrás de sua origem, não pelo menos com ela em vida. E assim Marcos respeitou.
Meses depois, após o falecimento de sua mãe, Marcos mergulhou a fundo na busca incessante de ter contato com sua história. Juntou alguns fragmentos da origem da mãe, da terra natal do pai e de fatos que ela revelou antes da morte. Marcos se via obcecado nessa epopéia para remontar sua própria história.
Certo dia, Marcos decidiu utilizar a fundo uma famosa rede social para buscar pessoas de seu estado e cidade natal, no Nordeste brasileiro, como sua mãe e suas desconfianças apontavam. Depois de alguns dias, após adicionar diversas pessoas e dar pistas, fazer perguntas sobre adoção, nascimento e fatos que estivessem alinhados com sua idade e ambiente temporal, Marcos obteve uma resposta bastante intrigante!
Uma senhora respondeu Marcos, dizendo ser prima de uma mulher chamada Mara. Essa Mara, segundo essa prima, teve um bebê aos 15 anos, mas na época estava adoentada no momento do parto, contraiu forte pneumonia e teve que ser transferida as pressas de hospital, pois onde estava era somente maternidade. Mara se recuperou após alguns dias, porém recebeu a notícia que seu filho recém nascido não havia resistido e faleceu horas depois do nascimento. Por ser de família pobre e muito nova, Mara viveu aquele luto intenso, mas superou pensando na miséria que vivia e que seria difícil cuidar de uma criança.
Anos depois, Mara soube que seu filho havia sido adotado por uma família que residia em São Paulo, com a ajuda de uma enfermeira. Roubaram seu filho e forjaram a morte do bebê. Mara inevitavelmente caiu numa depressão profunda e com os anos, desenvolveu alguns doenças psicossomáticas.
Marcos leu o relato aos prantos, pois de certa forma, sabia que se tratava de sua história e, possivelmente, justificava várias questões pessoais de ordem inconsciente latente em sua vida como sofrimento psíquico. Assim, Marcos buscou em sua família de São Paulo a confirmação desse fato, que veio então de uma tia paterna. Ele não condenou sua mãe adotiva, mesmo tão mal na crítica do acontecido. Afinal, tratava-se de um crime orquestrado, qualificado e que, provavelmente, seja mais comum do que imaginamos, ao se tratar de mães pobres nos rincões x mulheres abastadas estéril nas capitais.
Como previsto, Marcos entrou em contato com sua família original e retomou esses laços para recriar essa história perdida. Ele falou com sua mãe, soube que possuía outros irmãos e até já era tio. Empolgado, Marcos alinhou uma visita ao Nordeste para finalmente conhecer suas origens.
O final da história de Marcos você conhecerá na próxima semana, aqui na SOUL ART.

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