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É tempo de refletir se a Era da Informação tem realmente nos informado ou nos controlado

Era da (des)informação - homem negro é rodeado por itens tecnológicos. Sua posição demonstra esgotamento.

Quem foi adolescente em meados da década de 1990 pra 2000, possivelmente teve contato ou ouviu falar em The Sims, talvez jogou RPG, assistiu Matrix, Show de Trumam, leu Admirável Mundo Novo ou foi ao cinema ver Avatar.

Cito essas referências como analogia, pois todos têm algo incomum com o tema desse artigo, onde iremos nos conectar com a tal era da (des)informação, o mundo digital, das redes sociais e do impacto tecnológico em nossas vidas.

O real e o ideal, o nosso eu virtual, os desejos e aspirações, questões ligadas à saúde mental… Como está esse usufruto tecnológico? Este recurso se tornou algo saudável? Nos tornamos dependentes? É indispensável ou descartável? Há uma relação destrutiva? Positiva, talvez? Ou, na verdade, temos todos esses elementos somados, por se tratar de algo que faz parte da sociedade e não uma ferramenta apêndice à ela?

Aqui não cabe uma crítica sobre a nossa relação com os meios digitais, afinal essa vivência é subjetiva e cada um exerce esse seu eu digital como lhe convém, com a somatória de suas necessidades conscientes ou não. Porém, trata-se aqui de um convite ao pensamento analítico, sobre as influências importantes que essa relação binária pode trazer.

Era da (des)informação - Estátua renascentista segura um celular.

Era da desinformação transforma clientes em usurários

Edward Tufte diz que somente a indústria das drogas e a da tecnologia chamam seus clientes de usuários.

É interessante analisar que a tecnologia, sobretudo aplicada aos celulares, deixou de ser algo que utilizamos na necessidade para se tornar algo que somos utilizados, ou seja, não está mais ali quando precisamos dele, porém, agora dita nossa necessidade e nos convida a estar sempre conectados, precisando ou não.

Ver quem curtiu uma postagem, quem enviou mensagem, assistir aquele vídeo engraçado na espera médica, conferir extrato do banco que não tem endereço, do dinheiro que nunca veremos, tirar dúvidas com um vendedor que talvez seja um robô com A.I. para perguntas frequentes…

era da desinformação - montagem fotográfica faz avenida sair de dentro da tela de um celular.

A era da desinformação colocou as mídias sociais em destaque, deixando de ser aquela ferramenta onde postamos fotos e interagimos com amigos distantes, passando a gerar conteúdo, venda, manipulação de dados e informação, relevante ou não (destaque para as fakenews). Se tornou tão presente que, os meios tradicionais como revista, rádio e televisão, hoje se apresentam também como streaming, lives, podcast, e-book, e-magazine, enfim, se adaptaram ao formato digital para estar próximo dos usuários tecnológicos, que não deixaram de ser consumidores, claro.

Quantas abas ou apps estão abertos ao ler esse texto? Já parou pra conferir se sua postagem foi compartilhada ou comentada? Teve mais seguidores? Vai lá! Confere e volta. Como Jung falava sobre as personas, nem imaginava sua teoria sendo aplicada, assim, escancarada como vemos na internet.

Brincadeira a parte, mesmo com todo entretenimento e fonte de pesquisa que os meios digitais propiciam, também estão monitorando nossa vida digital, por exemplo o tempo que passou aqui nesse site, de onde veio e pra onde vai. Tudo isso gera o seu eu nesse universo, seu avatar, onde é possível traçar um perfil de desejos e hábitos. Além disso, do armazenamento de dados importantes a cada inscrição, login, a cada cadastro ou click.

era da (des)informação - estátua renascentista segura um celular

Como naqueles filmes que as máquinas tomam uma proporção jamais esperada de poder e exercem o controle?

Enfim, talvez já estamos vivenciando essa era dos robôs de certa forma, eles já estão no controle. Um bug por horas naquela rede social ou no aplicativo de mensagem gera impactos, inclusive econômicos, se não conseguimos acessar o banco virtual pra pagar a fatura ou estarmos num ambiente sem sinal no celular, falha no GPS, na internet ou a TV que está sem acesso… Se algo citado acontece, você continua sendo a mesma pessoa? Interfere de forma pontual em sua vida? Altera sua dinâmica no cotidiano? De fato o pai ta on, precisa estar on!

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