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Nossa sociedade possui uma dinâmica funcional onde tudo (ou quase tudo) exerce uma função interligada e co-dependente. Organizada para desempenhar uma única função: a manutenção do capitalismo.

Das estratégias mais eficazes do sistema capitalista, como modus operandi social, sobretudo pós revolução industrial, podemos observar que o conceito de “linha de produção”, que sai das máquinas para se tornar comportamento nas relações humanas, como engrenagem, desempenha o objetivo de sustentação e complemento ao funcionamento dessa produção, do próprio sistema.

A sociedade se organiza nessa forma sistêmica para “girar” esse conceito de produção e consumo. Dos hábitos cotidianos, dos horários de funcionamento de serviços gerais, do sono ao despertar, do vestuário, consumo cultural e artístico, o espetáculo na arte ou propaganda no esporte, enfim, somos parte e processo, incentivados ao desejo de pertencer, um certo desvio de função central das coisas, onde tudo se torna oferta e demanda.

Poderíamos então considerar que a ideia de escolha dentro desse sistema é ilusória? Afinal, se tudo que nos é ofertado faz parte dessa manutenção cíclica (desejo, necessidades e vontades), com base no lucro, mesmo acreditando numa autonomia nas decisões, na verdade estamos “escolhendo” nessa grande vitrine capital? O tal nicho. Escolhendo ou sendo escolhido?

De fato, essa vida baseada na produção, no resultado e na cadeia em processo, gera um custo no indivíduo, seja no campo bio ou psíquico, sem falar nos impactos sociais. Porém, a ruptura com esse modus operandi, na consciência social, também apresenta danos, onde o sujeito se vê ora liberto, impotente ou cooptado nessa nuance das dinâmicas capitalistas.

Assim, precisamos estar alinhados ou na busca desse auto conhecimento e no envolvimento dos impactos na sociedade e no meio ambiente onde estamos inseridos. A participação e influência nas tomadas de decisões, o pensamento crítico e os questionamentos, são fundamentais para propor nova ótica e vivência nas relações e, sobretudo, em nossa manutenção individual de bem-estar e equilíbrio.

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Sobre o autor

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Thiago Almeida é educador social. Bacharel em Comunicação Social, especializado com pós graduação em planejamento estratégico e Gestão integrada. Militante antimanicomial, ativista social e da política de redução de danos. Membro do Fórum Popular de Saúde Mental do ABCDMRR. Redutor de danos com vivência e estudos em países latino-americanos. Atua na saúde mental com criança, adolescente, adultos e pessoas em situação de vulnerabilidade social há aproximadamente 10 anos. Dedica-se à pesquisas, leituras e práticas pautadas em Saúde Pública, nos Direitos Humanos e na clínica psicanalítica voltada ao Acompanhamento Terapêutico, somado a multidisciplinaridade do audiovisual para fins terapêuticos (fotografia e cinema).

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