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É preciso pensarmos urgentemente em propostas para uma sociedade que oferte inclusão e acessibilidade, que veja sua diversidade em composição, sem capacitismo, para que assim agregue todas as pessoas e deixe de excluir boa parcela da população

Nas últimas décadas, avançamos muito nas ofertas tecnológicas, em produtos variados, serviços gerais, experiências de relacionamento, pertencimento e exclusividade, porém muito focado no consumo e pouco pensado na vida cotidiana das pessoas como oferta de bem estar. Esse mesmo avanço criou um abismo na questão do acesso! Quando falamos de uma sociedade inclusiva, onde se propõe e entrega acessibilidade a todas as pessoas, nas suas necessidades singulares, pouco há efetividade e equilíbrio na vida cotidiana, sobretudo quando se fala na questão do direito do público pelo acesso (que deveria ser garantido).

Nossa sociedade é excludente, infelizmente!

Criou-se uma ideia de padronização, de normalidade e mal vemos ações urbanas, pensamento crítico, produtos e serviços, cuidado, obras públicas, projetos, leis, enfim, que assegurem e promovam diversidade em uma vida com autonomia, equidade e conforto aos ditos “atípicos”.

Pelo menos 45 milhões de brasileiros e brasileiras têm algum tipo de deficiência, isso representa quase 25% da população, segundo o último levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dados até 2019. Com relação a alguma deficiência física, temos quase 10% da população!

Um simples exemplo: Se olharmos agora pela janela, veremos calçadas desniveladas, com variados obstáculos, certo? Pode assim um cadeirante ou outra pessoa com questão de mobilidade reduzida, se locomover tranquilamente? Ou seja, percebe como somente uma “simples” pavimentação pública (ou a falta dela) pode excluir ou incluir milhares de pessoas do pertence me social, de um direito que, inclusive, é constitucional!?

Podemos continuar esse exercício de olhar ao outro!? Vamos lá!

Alguém que possui alguma demanda de saúde mental, seja leve ou severa, convive socialmente sem esteriótipos ou rótulos com direitos salvaguardados? Nossa sociedade é visual aos surdos? Possui sinalização e orientações diversas!? Ela é sonora aos cegos? Não só sonora, mas com recursos que promovam qualidade de vida aos que não podem ver? É acolhedora às questões de ordem psíquicas e neurologicas? Nas suas variadas formas? Seja no transtorno do espectro autista, dos esquizofrênicos e das mais diversas demandas de saúde mental? É planejada aos que possuem mobilidade reduzida? Com entradas rebaixadas nos locais de acesso, com banheiros adaptados, entre outros

Pensar em ações a curtíssimo prazo como identificação de locais e adaptações, de leis de prioridade e comunicação geral, já seria um grande e importante passo, daí com planejamento e boa vontade ir transformando a sociedade em um lugar para todos.

Enfim, a diversidade social é tida como natural ou encarada com estranheza? Infelizmente, já sabemos a resposta e ela confirma que algo precisa ser mudado urgentemente. Deficiência não é doença e, mesmo também se fosse, não teria problema algum. Mas, uma sociedade que não promove acessibilidade e garantia de direito essa sim uma sociedade doente e precisa de cura.

Estamos as vésperas de presenciar um dos principais eventos esportivos do mundo, que é são os Jogos Paraolímpicos. Ainda assim, discutimos questões de capacitismo e “auto superação”, mas pouco se fala em investimentos reais e unidade sem segregação.

Precisamos avançar urgentemente no tema da acessibilidade, deixar de ser algo pontual pra se tornar políticas públicas, produtos e serviços gerais e cultura de inclusão. É isso! Precisamos falar sobre cultura de inclusão.

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