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Em nossa sociedade, existe uma tendência natural pela busca da felicidade, por certa plenitude ou conforto, aquele sentimento de satisfação e prazer

Mas, muitas vezes (ou na maioria delas) o que vemos é uma felicidade produzida, quase que imposta, única, padronizada e não um lugar para cada pessoa, de acordo com nossos anseios subjetivos e contextos individuais. Ou seja, pelos mais variados meios, felicidade é algo a se buscar, conquistar, comprar ou subentendido como um sentir comum a todos.

A sociedade de consumo nos impulsiona a isso, por produtos e serviços cujo objetivo é nos dar status social, onde quem olha pressupõe: “aquele sujeito atingiu a felicidade”. As redes sociais fazem o papel de vitrine, vendendo esse lugar ideal e proporcionando a exposição de quem “chega lá”, seja por uma garrafa de bebida cara ou por uma viagem paradisíaca!

Entretanto, não é só de bens de consumo que as pessoas almejam esse sentimento e, pior, boa parte adoece por estar fora dessa bolha, desse lugar da “tal felicidade”.

Vivemos em uma época de informação via internet onde as pessoas são classificadas nas gerações X, Y, Z, etc… São jovens e adultos que trouxeram mudanças comportamentais a partir de novos paradigmas tecnológicos e que as gerações anteriores, de uma certa forma, foram destinadas a se atualizar.

Com a democratização do acesso a internet e as redes sociais, internalizamos novos aspectos comportamentais, agregando assim novos valores. Presenciamos as transformações sociais reconfigurando o processo subjetivo das novas maneiras de se relacionar com o mundo e com o outro.

No entanto, junto aos logins, exposição em reels, a tiktokização das personas e profissões, fotos e selfies diversas, podemos concluir que as redes sociais foram o propulsor importante para denunciar a nossa fragilidade do existir. Necessitamos incessantemente da aprovação do outro através das curtidas, das visualizações, dos compartilhamentos e comentários que elevam a nossa auto-estima. Necessitamos da validação e da tal aprovação, em busca do convencimento daquilo que não temos certeza em nós mesmos.

Essa ótica de avaliar e validar o outro acerca dos nossos estados emocionais, do nosso sucesso e bem estar, nos leva à conclusão de que não estamos convencidos de forma subjetiva daquilo que somos e do que sentimos, do que queremos ou desejamos. Existe uma fragilidade em tudo isto e não foi a internet que desenvolveu em nós, ela só escancarou!

Na verdade, estas questões já existiam e as redes sociais foram apenas a vitrine dessa bolha para a eclosão dos sentimentos que presenciamos e vivenciamos de forma cotidiana sem elaboração, sobretudo nessa sociedade de classes e sem acesso digno de coisas básicas e necessárias de fato. Nossos relacionamentos interpessoais nos validam através do olhar do outro e isto além de legitimo, é nescessário.

Entretanto, o que é notório nas redes sociais é uma necessidade permanente e constante de afirmação do outro e da auto-afirmação, onde percebe-se o movimento de convencer o outro do que ainda não estamos convencidos em nós mesmos. Em outras palavras, as redes sociais é o grande termômetro da insatisfação e insegurança das pessoas frente as mais variadas razões e incertezas do existir.

Isto é comprovado pelo simples raciocínio de que se não conseguimos nos satisfazer em um nível mais profundo, necessariamente precisamos buscar isto fora. Contudo, como então cuidar da nossa saúde mental e como identificar o que é sentimento e o que é patologia? O que é legítimo a nós e o que a sociedade produz, nos adoece? Se sente-se mal por estar fora desse “grupo feliz”, não tem problema! Afinal, somos também as emoção que nos pertence naturalmente e não as impostas pelos anseios sociais.

O que importa é essa consciência! Não é só a felicidade o sentimento aceitável em nossa condição humana: A raiva, as angústias, os medos, as indecisões, as tristezas, certeza e incertezas, enfim, podem ser visitadas e sentidas também.

Sendo assim, as redes sociais “caiu como uma luva” para a insatisfação da condição humana, pra necessidade fundamental do olhar de aprovação do outro enquanto sujeito que necessita ser valorizado e reconhecido, causando um aprisionamento desta necessidade constante de criar muitas vezes uma personalidade fictícia, uma realidade em boa parte não condizente para satisfazer em nós os desejos e necessidades subjetivas.

Até que ponto acreditamos nesta realidade da felicidade constante, dos amores de contos de fadas, em uma vida sem problemas?

Temos o recurso da fuga pelas redes sociais para criarmos esta possibilidade, mas, existe as consequências de um mundo sem filtro, com o perdão do trocadilho. Criamos muitas vezes uma realidade pré-fabricada a partir das nossas carências afetivas e emocionais. Vivemos o que gostaríamos de viver na realidade e isto agora foi possibilitado pela socialização da internet. Para nós, fica o exercício de identificarmos “a parte que nos cabe desse latifúndio”, onde está sendo saudável a relação com a tecnologia ou ao contrário, gerando maior angústia e fuga de quem e como somos, para nós e para o outro.

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