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Pai, quando vou me vacinar?

Resolvi escrever esse texto, como um breve ensaio, após reflexão sobre essa pergunta feita a mim pelo meu filho Gabriel, de 5 anos, pergunta tão comum nos tempos atuais, contudo tão complexa para uma criança.

Afinal, o que ele espera da vacina?

A espera de uma cura seria a resposta mais precisa, claro. Porém, que cura ele espera? De qual doença? Qual entendimento ele possui sobre esse fato que vivemos? Como está sendo esse momento para as crianças em isolamento? Sem aulas, pouco contato social e familiar de forma estendida… Enfim, como poderemos mensurar as relações sociais e as experiências vividas das crianças após a pandemia? Analisar suas emoções e sentimentos depois desse período de tantas mudanças? Em resumo, como serão os jovens e adultos pós-coronavírus?

O afeto foi afetado

Já vemos os impactos mensuráveis de forma quantitativa com relação a educação, a falta de acesso ao ensino remoto, ao número alarmante de abandono escolar, os impactos de alfabetização e a forma dispare de como o ensino privado e o ensino público vem sendo abordados e tratados pelos nossos governantes.

De forma preocupante, também observamos nessa pandemia o enfrentamento social das famílias de baixa renda, na necessidade do isolamento com pouca estrutura, casas sem espaço físico ideal, além do espaço à falta de saneamento, escassez de suprimentos básicos em alimentação e vestuário, enfim, esses fatores já serão marcantes para as próximas gerações, sobretudo, aos mais pobres onde vemos o grande aumento da desigualdade e falta de acessos diversos.

Entretanto, fato é que, mesmo as crianças sendo do grupo de baixo risco contágio, já temos elementos palpáveis para afirmar que são elas, as crianças, um dos públicos mais afetados pelo coronavírus no que podemos ver dos impactos radiantes à pandemia.

Como será o desenvolvimento de uma geração onde o afeto foi afetado? O abraço, o colo, sem os parabéns, as fotografias, o tato, um simples cumprimentar, as visitas e passeios, o brincar e compartilhar, os sorrisos e choros ocultados e abafados pelo uso das máscaras, o conviver corriqueiramente com os primos e amigos, o contato com os avós, ouvir que eles poderiam levar o vírus aos mais velhos.

As crianças sendo um risco e, ao mesmo tempo, sofrendo por todo o contexto de guerra. Como irão elaborar esse cenário? E nós, como adultos e, teoricamente com mais repertório para entendimento, como podemos tornar essa passagem mais leve, gradual e menos sofrível às nossas crianças?

Olá, hoje adulto! Como vai?

E nesse ensaio sobre a cegueira, me permito a ousadia de escrever para o adulto de amanhã. Sabemos dos agravos em saúde mental que os ruídos, conflitos e complexos nas relações podem resultar de forma traumática no desenvolvimento e formação das pessoas, mas sempre é preciso (re)visitar, (re)viver e se permitir às experiências, seja elas não vividas, mas necessárias de forma estrutural ou já sentidas de forma pouco atenuada. 

O poder imagético das crianças frente a pandemia foi muito exigido e, assim, acreditamos que o caminho de sermos facilitadores para essa ferramenta ter impacto positivo seja esse como um ponto marcante. Ponto esse que resultará como fio condutor de todo um processo de desenvolvimento da criança de hoje, com seus questionamentos e contextos de vulnerabilidade e mudanças. E no adulto do amanhã com suas vivências elaboradas ou facilitadas e da relevância dos afetos preservados para as relações diversas.

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