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Semelhanças x diferenças entre os “jogos” das relações de interesses, decisões e objetivos gerais e específicos em cada movimento

O que podemos relacionar observando o xadrez e identificar as semelhanças nas tomadas de decisões na política?
Não! Você não precisa saber jogar xadrez pra ler (e entender) esse texto. Pode confiar!

Imaginemos então que estamos em um tabuleiro de xadrez (ou talvez no congresso?). Nesse local, há grupos definidos (peças) que se apresentam em hierarquias, formando comissões, representação de suas demandas e posições, ou seja, de seus papéis sociais e de classes (sim! Estamos falando de uma organização de classes).

Vejamos! Estão presentes figura da religião, a sustentação do jogo, a estrutura e fortaleza, a posse como poder, as lideranças máximas do jogo e temos também uma base geral em maior número de representantes, inclusive, com menor “comando”, com movimentos limitados, segundo as regras do jogo e comparado com os demais grupos representativos.

As jogadas dependem de estratégia baseada em cada objetivo e da co-dependência dos grupos, de cada movimento necessário, como acordos. Tem momentos que até “precisa entregar a cabeça” de alguma peça pra seguir na partida.

Estamos falando do xadrez ou de política?

Na verdade, não há coincidência. O xadrez de fato representa uma estrutura social de grupos pré definidos na sociedade. Rei, rainha, bispo, peões, existem de fato!

Interessante é que tanto nas regras do jogo como na política, a maioria acredita ser minoria. No xadrez, os peões são os “mais fracos” por terem movimentos mínimos. Ou seja, mesmo estando em maior número, alienados pela regra, se colocam como minorias.

Assim é nas relações sociais! O povo é a maioria e a fragmentação de suas demandas fazem se portar como minoria. E a gente acredita mesmo! Inclusive, nos colocamos uns contra os outros e não contra o questionamento dessa regra que fragmenta, enfraquece e aliena.

No xadrez da vida real, inclusive, vemos movimentos que levam a outra perspectiva do jogo. Como estratégia, colocam a maioria para empenhar energias em demandas secundárias, enquanto passam aprovando temas de grande relevância e que atinge, justamente, a vida cotidiana dos peões.

Mas, não é só na fragmentação dos peões que a regra conduz o jogo da alienação, há também o enfraquecimento! Aqui podemos entender o não investimentos na emancipação desses peões. Com isso, sempre irá gerar dependência de outras peças e, assim, no objetivo final, quem vai pro sacrifício é justamente a peça mais fraca pro jogo continuar.

Talvez a solução não é somente entender as regras e saber jogar o jogo. Na realidade, é preciso mais! Há necessidade de propor novas regras, fazer parte das decisões dos movimentos, questionar jogadas e, mesmo assim, quando tudo isso não surtir efeito, virar o tabuleiro.

Afinal, no xadrez há ética! Uma diplomacia que, ao perceber no adversário algo superior, derrubamos nossas peças e reconhecemos a derrota, em tratado comum, de trégua e paz. Entretanto, na política dos conchavos e fisiologismo, dos egos e da ganância, eles não assumem inferioridade e querem anular quem pode vence-los… Por isso, sempre haverá a necessidade de gritar mais alto!

Xeque-mate!

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Sobre o autor

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Thiago Almeida é educador social. Bacharel em Comunicação Social, especializado com pós graduação em planejamento estratégico e Gestão integrada. Militante antimanicomial, ativista social e da política de redução de danos. Membro do Fórum Popular de Saúde Mental do ABCDMRR. Redutor de danos com vivência e estudos em países latino-americanos. Atua na saúde mental com criança, adolescente, adultos e pessoas em situação de vulnerabilidade social há aproximadamente 10 anos. Dedica-se à pesquisas, leituras e práticas pautadas em Saúde Pública, nos Direitos Humanos e na clínica psicanalítica voltada ao Acompanhamento Terapêutico, somado a multidisciplinaridade do audiovisual para fins terapêuticos (fotografia e cinema).

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