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Este artigo sobre saúde mental foi escrito pelo Thiago Almeida, em parceria com Regiane Soares

Falar sobre saúde mental requer muita sutileza e bastante cuidado, pois os sofrimentos psíquicos são de uma ordem subjetiva e não podemos resumir as pessoas somente em seus diagnósticos. Por exemplo: Se temos dez pessoas com hipótese diagnóstica de ansiedade ou depressão, a possibilidade em cada uma responder de uma forma diferente é gigantesca, porque cada sujeito é resultado de seu contexto sócio histórico, na importância (origem) do que lhe afeta, de sua propensão e de seu sofrimento singular.

Se a gente parar pra pensar, quando falamos sobre ansiedade, na maioria das vezes, é de forma equivocada. Tornamos a ansiedade em um adjetivo de característica para nossa sociedade contemporânea. Possui definições errôneas de forma geral, como se definisse alguém dentre outros aspectos, por exemplo: “pessoa alta, gosta de viajar, é ansiosa, etc…”. Para muitos, um quadro de transtorno de ansiedade é “alguém que está batendo o pé ou roendo as unhas em uma fila, quando demora pra chegar sua vez”. Não, isso não é ansiedade! Isso se chama impaciência ou talvez “chegar atrasado”!

Um quadro de ansiedade pode trazer demandas de ordem psicológica e biológicas graves, como: Forte palpitação cardíaca, sudorese, choro excessivo, estado catatônico, origem de fobias, entre outros. Ansiedade está ligada a um quadro de sofrimento psíquico, assim como a depressão, acarretando perdas sociais importantes, necessitando muitas vezes da soma de intervenção medicamentosa com acompanhamento terapêutico.

AFINAL, O QUE É ANSIEDADE ENTÃO?

De acordo com a 5ª edição do Manual Diagnóstico e Estatísticos de Transtornos Mentais (DSM-5), da Associação Americana de Psiquiatria, os Transtornos de Ansiedade incluem transtornos que compartilham possíveis características de medo, ansiedade excessivas e perturbações comportamentais relacionadas. Os sintomas podem ser divididos em: sintomas subjetivos, referentes à percepção de sensações desconfortáveis como angustia, inquietação, preocupações excessivas, fobias ou pavor; e sintomas físicos referentes às sensações corporais como: aperto no peito, palpitação, falta de ar, náusea, cólica abdominal, transpiração excessiva, tontura, tremores, calafrios ou formigamentos.

Porém, como citamos acima e reafirmamos com ênfase, os indivíduos possuem manifestações de sofrimento psíquico relacionados inclusive ao ambiente de vivência contextual, incluindo sua história de vida, sua propensão genética, seu contexto e classe social, seu acesso ou exclusão a plena vida cidadã, enfim, não podemos reduzir as pessoas a meros diagnósticos e definições explicativas de algo intrínseco e íntimo.

No contexto macro em nosso país, segundo estudo divulgado em meados de 2020, o Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 23% dos brasileiros têm algum transtorno de ansiedade e a depressão afeta 5,8% da população.

VAMOS FALAR SOBRE DEPRESSÃO?

FALAR! Está aí algo importante tanto para desmistificar quanto para tratar a depressão, discursar sobre seus anseios e suas dores internas e seus prejuízos sociais.


Depressão é um termo, uma expressão da nossa língua portuguesa, usado para algumas definições, como por exemplo na geografia: Depressão é um rebaixamento em superfície, de uma área de relevo, ou seja, corresponde a uma súbita baixa em áreas terrenas.

Agora na saúde mental: “A depressão é um transtorno comum, mas sério, que interfere na vida das pessoas de forma grave, trazendo prejuízos biopsicossociais importantes, como: Falta de capacidade em estudar, trabalhar, dormir, comer e aproveitar a vida. Lembrando, tudo isso de forma mista, pois o sofrimento é singular e os fatores são subjetivos. Ou seja, causada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos!

Alguns tipos de depressão tendem a ocorrer em famílias. No entanto, a depressão também pode ocorrer em pessoas sem histórico familiar do transtorno. Nem todas as pessoas com transtornos depressivos apresentam os mesmos sintomas. A gravidade, frequência e duração variam dependendo do indivíduo e de sua condição específica. Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas sem grande prejuízo ao funcionamento global. Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas”, é o que nos diz a Organização Mundial de Saúde.

Pra além do CID 10 – F33, no imaginário comum das pessoas, um quadro depressivo é confundido como se esse alguém estivesse quase que “em coma”, ou seja, entende-se o “estar com depressão” algo próximo a um estado vegetativo, somente apresentando as seguintes características: “Estar em depressão é não ter ânimo pra absolutamente nada”, “viver triste e melancólico”, “não se alimentar (ou comer demais)”, “não se relacionar socialmente”… Enfim, essas características também fazem parte da depressão, contudo não de forma absoluta e não se resume a esses estereótipos.

Olha só que curioso! Há um tempo, o ator norteamericano Jim Carrey, veio a mídia dizer que sofria com um quadro misto depressivo! Daí, inevitavelmente nos perguntamos: “Mas, como pode alguém tão engraçado estar com depressão? Sofrimento esse que é a antítese da comédia, ou seja, trás tristeza e não tem graça nenhuma”!

Justamente, a depressão (também apresentada de forma mista na bipolaridade, onde veremos em outro artigo), não representa necessariamente o contrário de felicidade, ou um quadro permanente de tristeza (persistente em alguns momentos sim, porém permanente não, há diferenças interpretativas). A depressão trás de forma importante a falta de perspectiva, de desejos e pulsão de vida, confundindo então com a tristeza! Claro, essa falta de perspectiva leva a um sofrimento, contudo a tristeza é uma emoção também presente em quem não sofre de depressão. É importante esclarecer e afirmarmos isso, mesmo que pareça óbvio, pois há uma tendência em tornar patológico os altos e baixos das emoções nas pessoas. Talvez seja pra vender fórmulas mágicas, terapias ou remédios, criando mercado com demanda, transformando nossos sentimentos em negócio lucrativo.

Voltando a depressão! Já recebemos pessoas (nos serviços de saúde mental) que, num dado momento, não enxergava potencial em si, tinha baixa autoestima e pouca ou nenhuma vontade de realizar certas atividades. Entretanto, apresentava crítica para outros afazeres, geralmente aqueles que não exigia tanto investimento emocional. Esse exemplo está ligado a uma ordem inconsciente e não uma depressão após um trauma, de onde sabemos a origem exata, como por exemplo, um processo de luto.

Geneticamente, a depressão acarreta falta (e também é atenuada) de elementos vitais biológicos, como vitaminas e agentes químicos importantes para a atuação de um bom funcionamento cerebral. Esses elementos em falta trazem e reforçam essa “vontade de fazer nada” em alguém depressivo, onde há necessidade de intervenção medicamentosa como combinações de fármacos, vitaminas, ansiolíticos na ansiedade ou antidepressivos em quadros graves ou severos de depressão, entre outros. Porém, sabemos que a depressão não está ligada basicamente na falta de nutrientes genéticos, mesmo que quando supridos, proporcionam “aquele gás”, entretanto não curam a dor do existir num quadro depressivo de maior importância, como aqueles de origem inconsciente.

Podemos então dizer que a depressão pode estar em nós, naquela pessoa no transporte ou na igreja, como sintoma latente nas pessoas em nossa volta, assim como alguém cardíaco ou diabético em crise ou com sintomas menos visíveis, assim como num ator de comédia. Pode ser degenerativa, genética, pós traumática, de forma consciente ou não, trazer prejuízos biopsicossocial, em algumas das características citadas a cima, com necessidade de tratamento por remédios psiquiátricos ou com terapia psicológica, possui seus tabus como qualquer outra demanda de ordem psicológico, pois infelizmente, nossa sociedade vende e do que precisa somente dos capazes a produzir, ou seja,se apresentar como incapaz em ordem biopsicossocial, é falir em meio a nossa sociedade capitalista e produtiva.

Por fim, a psicóloga psicanalista Regiane Soares nos diz que: “A vida contemporânea, nos traz diversos desafios, a depressão e a ansiedade, nada mais é, do que um modo de sofrer, diantes dos conflitos, pessoais , familiares, sociais, econômicos e culturais.

A depressão engloba uma série de aspectos como: alterações de humor (tristeza, angústia, irritabilidade, apatia, vazio), alterações no sono, no apetite, aspectos cognitivos também, falta de atenção, concentração e percepção.
E o principal relatado por todas as pessoas que experenciam a depressão, a incapacidade de sentir prazer, sobre qualquer evento, não conseguir sentir nada, mesmo em atividades que a pessoa gostava muito.

Já na ansiedade a pessoa tem uma série de desconfortos físicos (falta de ar, coração acelerado, dor de barriga, tremedeira, choro fácil, irritabilidade e muitos outros), esses desconforto vem como uma resposta de um processo de medo, insegurança frente ao desconhecido.

Tanto na ansiedade como na depressão, são sintomas de que algo na vida não vai bem, algo precisa ser olhado, cuidado e elaborado”.

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