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Começaremos esse artigo com um título provocativo, que também sugere um convite à reflexão e unidade sobre as lutas antimanicomiais.

A extração da pedra da loucura por Hieronymus Bosch (pintado entre 1475 e 1480)

A Extração da Pedra da Loucura por Hieronymus Bosch (pintado entre 1475 e 1480)

LUTAS ANTIMANICOMIAIS NO BRASIL

Podemos dizer que o marco da Luta Antimanicomial no Brasil deu-se em 18 de maio em 1987, quando foi realizado um encontro de grupos favoráveis a políticas antimanicomiais, pelo fim dos manicômios e dos tratamentos baseados em tortura psíquica e física.

Nesse encontro, em Bauru, interior de São Paulo, surgiu a famosa Carta de Bauru e uma proposta de reforma do sistema psiquiátrico brasileiro. Pela importância do encontro, a data de 18 de maio tornou-se o dia da Luta Antimanicomial.

Porém, há outros apontamentos históricos que citam variados movimentos contrários a esses tratamentos análogos ao método utilizado dentro de manicômios.

De qualquer modo, não iremos aqui abordar somente a questão da loucura, como também iremos decorrer nesse presente artigo sobre as “manicomialidades” impostas à sociedade, sobre a importância de entendermos que nas relações sociais há uma sugestão de padrão ou, digamos, uma característica aceitável para manter o convívio, para permitir-se à viver em liberdade.

E é nesse fio que ensaiamos a tese do título, onde podemos refletir que todas as lutas sociais são, na verdade, antimanicomiais (a favor do acesso, do direito e contra a exclusão ou reclusão das pessoas) e mais, não há luta social que não seja anticapitalista. Vejamos:

 

antimanicomiais

 

MANICÔMIO E CAPITALISMO

Franco Basaglia – 1924 à 1980 – foi um psiquiatra italiano que promoveu uma importante reforma no sistema de saúde mental da Itália e inspirou tantos outros países, como aqui no Brasil.

Segundo o psiquiatra, “o hospício (manicômio) foi construído para controlar e reprimir os trabalhadores que perderam a capacidade de responder aos interesses capitalistas de produção”.

A ótica Basagliana nos traz luz referente a tal ideia à um padrão de normalidade, do que é ou não aceito socialmente. Afinal, o que justifica o conceito do que pode conviver em sociedade ou não, senão à ótica do capital sobre as pessoas como mão de obra?

Essa relação de manicômio e capitalismo, com as lutas sociais para garantir emancipação do povo, norteia-nos que há uma ideia de exclusão e reclusão para além do espaço físico a resistirmos. Que o modes operandi capitalista, além de explorar e gerar desigualdades, também segrega e exclui a quem não serve para manutenção do sistema capitalista.

Todas as lutas são antimanicomiais

Queríamos também pontuar que, historicamente, um dos instrumentos do capitalismo para a manutenção imperialista é estar intimamente ligado à igreja, na forma vertical, hierárquica, sobre o controle e organização da sociedade, bem como sobre o acúmulo para garantir o poder (pois, somente com concentração de capital pode-se fazer a distribuição gradual e, assim, ter as rédeas do mundo e a manutenção do controle.

A prática da caridade religiosa ou o advento do marketing social, são alguns métodos que podemos usar como exemplo. Não falamos aqui da religião como forma de expansão e equilíbrio natural das pessoas nas relações interpessoais, mas sim, da igreja como controle social, por meio de influência no Estado, nas leis e regras impositivas.

A Criança Doente por Edvard Munch (1886)

A Criança Doente por Edvard Munch (1886)

Com isso, todo comportamento que não responde ao capital e, consequentemente, a igreja (na ideia do pecado), pode ser considerado anormal. São tantos os exemplos: outras origens religiosas (principalmente fora da Europa), orientação sexual, ideologia política, etnia, entre outros exemplos.

Haja visto que em parte da história, os hospícios receberam também: comunistas, bruxas, homossexuais, ciganos, feministas, enfim, perfis que promoviam ruptura e questionavam o padrão social ao capital que somente servia (e serve) como manutenção desse status quo.

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