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Já ouviu falar no termo: redução de danos?

Mesmo se não ouviu falar de redutor de danos, de fato, já precisou, precisa ou, de um modo geral, praticar… E eu tenho como te provar.

Em resumo, o termo redução de danos é conhecido e utilizado como abordagem de cuidado, um conjunto de estratégias e práticas com o objetivo de reduzir os danos associados ao uso de drogas psicoativas em pessoas que não querem parar de usar ou como caminho menos invasivo para aqueles que queiram parar, pois é pautado no respeito, no tempo, limitações, potências e na história de cada pessoa.

Essa prática é considerada tabu e há aqueles que distorcem e a questionam, justamente quando aplicada no cuidado com relação as drogas. Ou seja, aplicada em um tema tabu, logo se torna também um tabu. Contudo, é um grande equívoco ver a redução de danos dessa forma (bem como o uso em si, mas isso é tema pra outro artigo) e precisamos derrubar alguns mitos que a cercam! Vamos lá!?

“Não esquece o guarda-chuva, hein”!

Na verdade, a pratica de redução de danos é cultural, está no cotidiano da gente, natural no lidar com o improvável e, ouso dizer que seja até algo nato, instintivo de todo ser humano, uma pulsão de vida.

No dia-a-dia, nas mais variadas ações, pensamos sempre em meios de reduzir um possível dano a nossa saúde em preservação do bem-estar, seja físico ou mental.

Por exemplo, desde assoprar um café bem quente para não queimar a língua, na utilização do cinto de segurança para evitar fatalidades ou consequências importantes num acidente, não ir a lugares ou ambientes que podem nos gerar certos sentimentos adversos (para evitar tristezas, decepções, brigas etc), evitar caminhos que podem ser perigosos…

Quando nossa mãe dizia “leva o guarda-chuva, pois vai cair um pé d’água a tarde”, ou então, “não se esqueça da blusa, vai esfriar”, práticas essas para evitar um dano a saúde numa exposição à chuva ou ao frio (nossas mães, grandes redutoras de danos), protetor solar, guarda sol na praia, trafegar no limite de velocidade, alguém pra segurar a escada ao trocar a lâmpada, luvas pra não se sujar ou botas pra não escorregar, diminuir a luminosidade da TV ou celular são alguns exemplos.

Atualmente no contexto de pandemia também temos alguns exemplos, como a utilização de máscara, lavar as mãos, distanciamento e isolamento social, enfim, poderíamos destacar tantos eventos cotidianos e tenho certeza que ao ler os citados já pensou em tantos outros exemplos.

Alertar é despertar!

A moral social e religiosa, o proibicionismo somado à criminalização das drogas, distorcem a prática de redução de danos, descaracteriza como abordagem necessária de cuidado, levando falta de informação sobre a real natureza da prática.

Redução de danos é como nosso relógio ou o celular pela manhã, um sinal de alerta que serve como despertador, pra abrir nossos olhos! As orientações de cuidado tem a função justamente de despertar o usuário nesse sentido, sobre possíveis danos de um uso indevido, fazendo com que enxergue um auto-cuidado, conhecendo suas limitações e potencialidades.

Ofertar insumos e informações sobre o uso é oferecer cuidado e respeito, é sofisticado. Afinal, você não diz que a pessoa precisa parar! Você diz que precisa se cuidar. É como um conselho de mãe, analisando possíveis prejuízos e riscos de ordem biopsicossocial. O usuário sabe se deve ou não parar, não é nossa interpretação e julgamento que irá determinar a decisão do outro. Mesmo que o usuário verbalize isso, um desejo de parar, devemos apresentar possibilidades, estratégias e não imposições e métodos que não respeitam, que violam seu desejo e contexto socio-histórico.

Sua droga não é melhor ou pior. É a relação com ela que determina isso!

Quando a gente fala de cuidado com usuário de substâncias psicoativas, automaticamente, pensamos no estereótipo do usuário que também apresenta demandas sociais importantes. Entretanto, o sujeito da cerveja ou uísque no “sextou”, o fumante de cigarro ou narguile também necessitam de conscientização e se tornar um redutor de danos.

Seja legal ou ilegal, todos precisam conhecer os danos e reduzi-los, tanto do uso indevido em si como de forma contextual, ou seja, métodos para evitar uma ressaca, ou pelo menos amenizá-la e, também, a consciência sobre o não dirigir embriagado, na possibilidade inclusive do dano ao outro. Dependência é tudo aquilo que não conseguimos ficar sem, de forma alguma, mesmo com prejuízos aparentes. Vale lembrar que, estatisticamente, acidentes com o uso de celular ao dirigir já ultrapassou o números de acidentes causados por excesso de bebida!

Enfim, é isso… “Vá pela sombra”!

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