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Queremos fazer um ensaio para destacar a vivência lúdica das crianças na compreensão em meio a pandemia do covid-19 e sobre a importância de fazer presente a esperança

Já falamos em outros rtigos sobre o impacto da pandemia na infância, sobretudo na formação da educação delas e em suas relações sociais.

Entretanto, dessa vez queremos fazer um ensaio para destacar a vivência lúdica das crianças na compreensão em meio a pandemia do covid-19 e sobre a importância de fazer presente a esperança nesse sentido, não pelo esperar do amanhã simplesmente, mas pelo viés do esperançar, de dar ânimo e fortalecimento do agora para daqui pra frente. Assim, vamos usar como exemplo um filme muito aclamado por aqueles que gostam de cinema em temas de guerra, que é a obra de produção italo-americana, chamada: A Vida é Bela. Já assistiram? Se não, vai com spoiler mesmo!

Bem, o filme narra um fragmento da segunda guerra mundial, na ótica da relação de dois personagens principais, pai e filho, ambos judeus em um campo de concentração nazista. Resumindo bem resumido, o pai busca “enganar” o filho para que ele não sinta o peso daquele contexto de morte, tornando toda aquela atrocidade do holocausto em uma espécie de gincana de competição. O menino, em sua inocência da plena infância, embarca na narrativa da imaginação do pai e tudo que lhe é vivenciado faz parte da tal brincadeira proposta.

Voltando para a pandemia!

Estamos vivendo um contexto semelhante ao de guerra, onde a morte está bem próxima da gente (agora diminuindo com o avançar da vacina). No ápice do contágio, buscamos o isolamento social, deixando assim de ver amigos e parentes cujo alguns deles chegaram a morrer de covid-19 e não os veremos mais.

Em meio a toda essa experiência, as crianças estão passando pelo lúdico, na adaptação de ficar em casa por mais tempo (e menos na escola ou com os amigos na rua de um modo geral), deixando de ir a lugares habituais, escolhendo a estampa da máscara pelo personagem ou desenho favorito, brincando ao lavar as mãos, enfim, convivendo tão próximo da morte sem a estrutura psíquica de compreender toda problemática desse momento em que vivemos.

Assim como no filme citado, precisamos fazer o lúdico presente, como uma ferramenta de compreensão e proteção das crianças, onde elas não sintam a dura realidade que estamos atravessando. A ideia não é enganar ou subestimar a capacidade cognitiva da criançada, porém levarmos em consideração e entender que a estrutura emocional e ambiental nessa fase da vida requer um fino trato ao sermos cuidadosos enquanto emissor de algumas informações, como de uma pandemia e tudo que a envolve.

Que possamos aos poucos passar pela pandemia do covid-19, lembrando que não dá pra dizer que iremos retomar ou “voltar ao normal”, afinal o impacto dessa experiência foi e está sendo avassalador e traumático como numa guerra, mudando muitas coisas cotidianas. E, acredito eu, que influenciará diretamente na vida comum da gente daqui pra frente, como um antes e depois da pandemia. Para as crianças, um jeito diferente de se afetar e viver em sociedade, onde elas certamente criarão suas próprias ferramentas psíquicas de compreensão para um amanhã melhor por meio de um hoje cuidadoso e generoso com elas.

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