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Confira como os alemães usaram arte no nazismo como ferramenta de manipulação na Segunda Guerra Mundial

Arte no nazismo

Para compreender sobre arte no nazismo, entenda as definições da cultura:

A cultura – de uma determinada sociedade sempre será caracterizada pelos comportamentos, tradições, vestimentas, comidas e até mesmo religiões e foi a partir desse conhecimento e o domínio delas, que um líder alemão manipulou uma população inteira.

Sendo assim é possível conhecer uma população inteira através da cultura.

Como era a arte no nazismo?

A arte no nazismo foi extremamente censurada. Algumas produções anteriores não deixaram de circular, porém a sua produção precisava conter elementos que o governo autoritarista achava necessário na época.

Arte no nazismo

As características da arte no nazismo sempre faziam alusão ao colossal, a grandiosidade do governo e aos seus líderes. A arte, por sua vez, deixou de ser uma livre expressão moderna para ser uma ‘arma’ do líder ditador, Adolf Hitler

 

Como a cultura artística chegou a esse ponto?

Tudo começou com a tomada de poder de Adolf Hitler, marcado pelos três Reich.

O 1º Reich foi o Sacro Império Romano Germânico (962-1806), que durou da coroação de Otto 1º, o Grande, até as invasões de Napoleão na Europa. O centro era o atual território alemão, mas seu domínio ia da atual Polônia até a Bélgica.

O 2º Reich foi o Império Alemão (1871-1918), marcado pela unificação após a vitória na Guerra Franco Prussiana e interrompido com a derrota na 1ª Guerra Mundial. O imperador era Guilherme 2º e Otto von Bismarck era o chanceler. 

Arte no nazismo

 

Já em 1932 nas eleições germânicas, os nazistas tiveram cerca de 32% de votos da população alemã. Mas foi somente em 1933  que Hitler foi nomeado chanceler.

A partir dali, os alemães acreditavam ter encontrado o salvador da pátria. Porém, Hitler revelou o seu plano impiedoso em propagandas nazistas, esse processo mais tarde foi nomeado como: “O terceiro Reich”.

O que é arte degenerada para os nazistas?

A arte no nazismo foi marcada por obras degeneradas. No dia 19 de julho de 1937, o governo alemão inaugurou na cidade de Munique uma exposição que continha cerca de 650 obras confiscadas dos museus públicos.

O estilo predominante antes de Hitler era o naturalismo, que apresentava figuras em ambientes naturais, equilíbrio, harmônico e perfeito. 

Após o estabelecimento do governo ditatorial, a arte predominante foi o modernismo, caracterizada pela liberdade, autenticidade e realidade apresentada.

Os soldados nazistas diziam que esse liberdade era “coisa de judeu” e, por isso, surgiu a “arte degenerada”, em alemão conhecida como Entartete Kunst.

A arte degenerada foi divulgada como uma difamação a arte moderna da época, pois as produções apresentavam manifestações artísticas que foram condenadas por todo o regime nazista.

Conheça mais a intervenção da Segunda Guerra Mundial na história da arte clicando aqui.

 

Qual o objetivo da arte degenerada?

Apesar de ter sido marcada por uma exposição, o objetivo principal era apresentar obras que foram condenadas.

A origem das obras era judaica e, todo o governo alemão usava uma justificativa de que esse tipo de arte precisava ser ‘banida’ devido a mensagem que transmitia.

As artes por sua vez visavam rememorar a perseguição à arte moderna que foi condenada pelos nazistas. 

Artistas como Lasar Segall tiveram o trabalho confiscado pelo governo, após a sua integração na exposição da arte degenerada em 1937, as obras de Segall sofriam ataques através da imprensa que também era controlada pelo governo.

 

Como aconteceu a destruição da arte moderna pelos nazistas?

No ano de 1937, Paul Joseph Goebbels, político e ministro da propaganda alemã influenciou o presidente da câmara, Adolf Hitler, a ir pelos museus em busca da “arte decadente alemã”.

Toda a arte declarada “degenerada” (decadente) por Hitler, foi queimada.

Em 1938 o regime nazista decretou a destruição de 5 mil obras, apesar das especulações sobre ter sido verdade ou não, nenhuma das artes foram encontrados até então.

Antes da destruição das artes, Goebbels reuniu todas as peças em uma exposição, chamada de Entartete Kunst (“Arte degenerada”).

O que foi o projeto estético nazista?

Em 1933, Hitler fecha a Bauhaus e promove a primeira exposição de arte moderna em Karlsruhe e Mannheim. Após a exposição, o regime militar inicia uma caça aos diversos curadores, diretores de museus e artistas professores. 

Os artistas começam a emigrar.

Livros são queimados em praça pública e inicia-se um verdadeiro processo de exploração pelos nazistas dos acervos dos museus: mais de 19.500 obras de arte consideradas degeneradas são confiscadas, muitas das quais foram destruídas ou perdidas. 

Obras de valor – como Auto Retrato, de Vincent van Gogh ou Acrobata e Jovem Arlequim, de Pablo Picasso – são vendidas em um leilão em 1939 na Galeria Fischer, na Suíça, e revertidas em divisas para os nazistas. 

Após esses eventos, o projeto estético nazista foi caracterizado como “o fazer arte no regime totalitário”, já que a arte em si era censurada, manipulada e controlada.

A partir do governo de Hitler, qualquer obra de arte que fugisse desses padrões eram consideradas como “Arte degenerada”, excluída, escondida ou destruída.

 

Quais motivos levaram os nazistas a considerarem a arte moderna como degenerada?

Em geral, a arte degenerada fugia do padrão naturalista, esse formato representava ambientes naturais, equilíbrio, harmonia e perfeição de tudo.

A arte moderna, que predominava os estilos da época, tinha como doutrina a liberdade de expressão e por esse motivo, os nazistas acreditavam que a arte moderna era “coisa de judeus”.

 

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